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Joaquim Barbosa vê desvios em contratos do Banco do Brasil com a DNA Propaganda

A 12ª sessão do julgamento do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF) foi retomada, nesta segunda-feira (20), com a continuação do voto do relator do processo, ministro Joaquim Barbosa. Ele deu sequência ao item 3 da denúncia, em que começou a apontar crimes de peculato, corrupção e lavagem de dinheiro a partir de desvio de recursos do Banco do Brasil. São envolvidos o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, o publicitário Marcos Valério e seus sócios Rogério Tolentino, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz. O ministro lembrou que a defesa argumentou que o desvio de dinheiro nada mais é que uma bonificação mal interpretada. Entretanto, segundo o contrato, não deveria haver bonificação aos publicitários, pois a verba deveria ser integralmente repassada. “Toda a verba deveria ser restituída ao Banco do Brasil. A apropriação dos valores por parte da DNA Propaganda, portanto, constitui crime de peculato”, afirmou Barbosa.

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