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Segurança do Paraíso Tropical matou adolescente e é procurado, diz polícia

O corpo do jovem foi encontrado próximo à Avenida Luís Eduardo Magalhães no último dia 19.

O segurança Fabilson Nascimento Silva, 31 anos, conhecido como Barriga, foi identificado como responsável por atirar e matar o adolescente Guilherme dos Santos Pereira da Silva, de 17 anos, na noite do último dia 17 de abril, na Cabula. O crime aconteceu na área do restaurante Paraíso Tropical, onde Fabilson trabalhava.

O crime aconteceu depois que quatro jovens, incluindo Guilherme, entraram no terreno que fica nos fundos do restaurante para colher frutas.

A Justiça decretou um mandado de prisão temporária para o segurança, que fugiu com a espingarda usada no crime depois de desovar o corpo de Guilherme no final do pomar, às margens da Avenida Luís Eduardo Magalhães.

A polícia pede que pessoas que tenham informações sobre o segurança liguem para o Disque Denúncia, no número 3235 – 0000. O sigilo é garantido.

Desaparecimento e morte
Segundo a família do adolescente, ele entrou no pomar do restaurante com mais dois amigos na segunda-feira (17), por volta das 17h, para pegar uma jaca. O chef Beto Pimentel, dono do restaurante, contou para os policiais que está criando galinhas próximo ao local onde houve a invasão. Há algumas semanas, ele contratou seguranças depois que alguns animais foram roubados.

Segundo a Polícia Civil, Guilherme e os dois amigos estavam sentados quando ouviram tiros e saíram correndo. Os amigos voltaram alguns minutos depois procurando por Guilherme, mas ele não foi encontrado.

Guilherme era o caçula de dois filhos e cursava o 8º ano (antiga 7ª série) no Colégio Estadual Ministro Ademar Baleeiro, que fica no mesmo bairro onde ele morava com a família. Segundo os amigos, quando não estava na escola, o adolescente passava o tempo jogando bola, dominó ou cuidando dos passarinhos que ele criava. Os amigos disseram também que essa não foi a primeira vez que eles entraram no terreno do restaurante para pegar frutas e que o dono nunca havia reclamado.Correio24h

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