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Náutico tem marca penhorada em ação judicial e pode perder escudo e nome da equipe; entenda

Por conta de uma ação judicial movida pelo volante Jhonny contra o Náutico, o clube pode ter a própria marca penhorada. Assim, se a marca for leiloada e arrematada, o clube perderá o direito ao uso do escudo, do nome e dos demais elementos que compõem a identidade da instituição. O volante Jhonny atuou pelo clube em 2009 e entrou com a ação na justiça em 2011 por uma causa trabalhista no valor de R$ 674.298,97.

De acordo com o Globo Esporte, o advogado do ex-jogador, Marllus Lito Freire, afirmou que a penhora da marca se deu após a tentativa fracassada de penhorar outros bens materiais do clube. O advogado afirma que o clube pode perder também o direito de licenciar produtos. “A marca penhorada é a chamada marca mista. Tudo vai ser englobado, tanto o nome, quanto o escudo. O Náutico perderia o direito ao uso de tudo que o identifica atualmente. Além de não poder licenciar produtos”, completou.

No entanto, Marllus disse que o ex-jogador está disposto a uma possível negociação com a atual diretoria do Náutico. “Jhonny está totalmente aberto ao acordo, mas esse processo é de 2011. Tem 12 anos e durante esse tempo o Náutico nunca o procurou para um acordo. O clube deixou chegar nesse ponto crítico”, pontuou.

O vice-presidente jurídico do Náutico, Luiz Gayão, disse que o clube acredita ser impossível a penhora: “Estamos analisando o caso, mas de logo informamos que os distintivos e nome do clube são estabelecidos pela Lei Pelé e se diferem de marca e patentes. Acreditamos ser impossível a penhora”.

Galaticosonline

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