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Lázaro participou de cursos sobre comportamento sexual na Papuda

O baiano Lázaro Barbosa de Sousa, 32 anos, tem mandado de prisão em aberto no Distrito Federal, após uma chacina no Incra 9, em Ceilândia. Ele é acusado de estuprar mulheres, queimar casas e atirar contra a polícia. Lázaro começou a cumprir pena de 15 anos, oito meses e 19 dias pelos crimes. Porém, após progredir para o regime semiaberto, o maníaco fugiu, foi recapturado em Águas Lindas (GO) e escapou de novo. 

“O Laudo de Exame Criminológico nº 371/2013 concluiu que Lázaro deveria ser submetido a diversos cursos”, diz o documento redigido pela VEP (Vara de Execuções Penais). Dessa forma, Lázaro foi transferido da Penitenciária do Distrito Federal (PDF 2) para o Centro de Internamento e Reeducação (CIR), para que fosse incluído nos tratamentos sugeridos no laudo criminológico. “Assim, o sentenciado participou, no CIR, satisfatoriamente de todos os encontros do Grupo de Relações Pessoais voltados para sensibilização, orientação e educação no âmbito do comportamento sexual, com relatório expedido em 26 de setembro de 2014”, diz relatório da VEP, conforme o site Metropoles.

Diante da busca por Lázaro, que dura 10 dias, a VEP fez um levantamento sobre o perfil dele na Justiça. De acordo com documentos oficiais, o sentenciado Lázaro Barbosa começou a cumprir pena no DF em 26 de agosto de 2010 devido a crimes de roubo e estupro cometidos em 2009. Nesse caso, acabou condenado à pena total de 12 anos, 8 meses e 19 dias.

Depois disso, segundo o Metrópoles, chegou aos autos outra condenação, com pena de 3 anos, devido a crime cometido em Corumbá de Goiás, totalizando, assim, 15 anos, 8 meses e 19 dias de punição, tendo sido unificadas as penas no regime fechado por decisão proferida em 19 de julho de 2013.

Em 15 de agosto de 2013, antes de decidir acerca do pedido de progressão ao regime semiaberto e concessão de benefícios externos, a VEP no DF determinou a realização de exame criminológico.  suspeito da chacina de Ceilândia trabalhou as temáticas relativas a: “Legislação: Lei 12015/09, Lei Maria da Penha e Estatuto da Criança e do Adolescente; Sexualidade saudável e parafilias; Estratégias de enfrentamento: assumir, entender, mudar; Empatia: colocar-se no lugar da vítima; Compreensão de fatores de risco e fatores protetores”, segundo a VEP.

Bnews

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