Cotidiano

Ibotirama: Paciente é executado em hospital 2 dias após ser internado vítima de atentado

Vítima sofreu tentativa de homicídio no domingo (16).

Homens armados invadiram o Hospital Regional de Ibotirama, na região oeste da Bahia, e executaram um paciente de 28 anos a tiros na enfermaria, na tarde desta terça-feira (18). As informações foram divulgadas pela 28ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM). Ainda não há informações sobre a autoria e a motivação do crime, que, segundo testemunhas, causou pânico entre os demais pacientes e funcionários da unidade.

 

A vítima foi Marcelo Domingos de Oliveira, que estava internado desde domingo (16), quando sofreu uma tentativa de homicídio numa festa na região. Conforme a PM, testemunhas disseram que Marcelo cumpria prisão domiciliar, mas que, no domingo, descumpriu a medida e foi participar da festa. No local, foi alvejado por disparos de arma de fogo e, em seguida, hospitalizado. Não há informações se o homicídio contra Marcelo foi cometido pelos mesmos suspeitos que o balearam na festa. A PM não divulgou porque o homem cumpria prisão domiciliar.

 

O G1 não conseguiu contato com a Polícia Civil do município, nesta terça. A PM informou que foi acionada para atender a ocorrência no hospital por volta das 14h10 e que, quando chegou ao local, Marcelo já estava morto. Um funcionário do hospital informou que os criminosos entraram na unidade de saúde, no momento da troca de plantão, por onde ocorre o acesso de funcionários.

 

Não há informações sobre quantos suspeitos participaram da ação. Conforme a PM, os policiais militares realizaram rondas para tentar localizar e prender os suspeitos, mas eles não foram encontrados. A PM disse que acionou a perícia técnica e a Polícia Civil, responsável pelas investigações.

 

A direção do Hospital Regional de Ibotirama divulgou nota de pesar pelo crime e destacou que está à disposição da policia para contribuir com as investigações. “O hospital se solidariza com a família e apresenta consternação pelo momento tenso e de pânico entre os demais pacientes e colaboradores”, diz trecho da nota. G1

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