Política

FHC é redescoberto pelo PSDB aos 81 e vira mentor da ‘renovação’ do ideário do tucanato

Em conversa com um deputado do PSDB mineiro, há quatro dias, Fernando Henrique Cardoso recordou, entre risos, uma frase que diz ter ouvido do líder socialista da Espanha Felipe González: ex-presidentes são como vasos chineses. Todo mundo acha lindo. Mas ninguém sabe onde colocar. Desde que deixou a Presidência, em 2002, FHC vinha sendo tratado pelo seu partido como um vaso chinês. Ganhou o título honorífico de ‘presidente de honra’ do PSDB e foi enfiado no armário. Passou a flertar com a amargura. Foi atacado pela síndrome de que sua obra e seu valor não eram reconhecidos. Após amargar três derrotas para o PT –quatro se for incluído o revés paulistano de 2012— o PSDB ‘redescobriu’ FHC. Aos 81 anos, o ‘vaso’ voltou à sala-de-estar do tucanato. Recebe agora um tratamento que costuma ser dispensado aos sábios da tribo. No seu caso, uma tribo à beira da acefalia. (Blogdojosias)

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