Cotidiano

Batistuta não consegue mais andar, sente muita dor e quer amputar as pernas

GABRIEL BATISTUTAEnquanto a 44ª edição da Copa América é disputada no Chile, ídolo e um dos maiores artilheiros da história da competição continental não consegue sequer ir ao país vizinho para acompanhar os jogos de perto nos estádios.

A edição desse sábado do jornal digital colombiano “Las 2 Orillas” publicou uma matéria especial contando que o argentino Gabriel Batistuta está cama, sofrendo com dores nos joelhos, sem conseguir ao menos caminhar. A situação é tão complicada que o ex-centroavante tem pensado em amputar as pernas.

Segundo a publicação, o maior goleador da história da seleção argentina – com 56 gols – sofre com dores nos joelhos desde o tempo em que defendia a Fiorentina (1991/2000), e o médico do clube italiano era o responsável pelos seus medicamentos. Batistuta já havia defendido os rivais argentinos Boca Juniors e River Plate e ainda passou por Roma e Inter de Milão, antes de se aposentar em 2005 no Al-Arabi, do Catar.

Depois de deixar os gramados, o ex-jogador descobrir a paixão pelo polo. Mas hoje, está de molho, precisando se arrastar até o banheiro, nas raras vezes em que levanta.

Os vários tratamentos médicos, com infiltrações para aliviar a dor e reduzir o tempo de recuperação de algumas lesões sofridas em sua carreira no futebol, seriam os responsáveis por deixar Batistuta nessa condição. O jornal colombiano cita que o argentino é uma “vítima do abuso de medicamentos”.

Segundo o Las 2 Orillas, as cartilagens dos joelhos do argentino não existem mais. Três fisioterapeutas o acompanham, e as dores são tão fortes que Batistuta quer amputar as pernas e, se essa chance existir, trocar suas pernas que um dia fizeram tantos gols por pernas de titânio. O jornal dá há entender que se essas possibilidades forem descartadas pelos médicos, o ex-craque prefere a morte.

Gabriel Batistuta é o maior goleador da história da seleção argentina, com 56 gols, e marcou 13 gols em três edições de Copa América, empatado com os compatriotas Héctor Scarone e Manuel Moreno, além dos brasileiros Jair e Ademir. À frente, estão Severino Varela, do Uruguai, e Teodoro Fernández, do Peru, com 15, e Zizinho, do Brasil, e Norberto Méndez, da Argentina, com 17.

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