Cotidiano

Arquidiocese divulga resultado do Concurso de Presépio de Salvador

Arquidiocese de Salvador divulgou na quinta-feira (26) o resultado do concurso de Presépio da instituição religiosa. A seleção de 2019 completou oito anos de realizada. São três as categorias analisas por uma comissão avaliadora: Residencial, Paroquial e Institucional. Para cada um deles são divulgados os dois primeiros mais b em pontuados.

As inscrições foram realizadas durante o período natalino, no site da própria Arquidiocese, e a comissão visitou os locais para análise de cada presépio.

De acordo com a Pastoral da Comunicação, o concurso é parte integrante do Projeto Salvador, Cidade Natal do Brasil e teve por finalidade estimular a construção de presépios, despertando a criatividade e a memória das tradições populares do Natal.

A concepção dos presépios é muito comum e mais abrangente no interior do Estado onde também são chamados de lapinhas.

Pela tradição, elas devem ser montadas no primeiro domingo do advento e desmontado no dia 6 de janeiro, data em que a Igreja Celebra a Epfania do Senhor e também conhecido com dia dos Santos Reis, quando os três reis magos teriam visitado Jesus na manjedoura com Ouro, Incenso e Mirra.

Confira os selecionados:

Categoria Residencial

1º lugar: Helvane Rúbia Magalhães Vieira
2º lugar: Mônica dos Santos Silva

Categoria Paroquial

1º lugar: Paróquia Nossa Senhora da Paz (Bairro da Paz)
2º lugar: Paróquia Sagrada Família (Nova Brasília de Itapuã)

Categoria Institucional

1º lugar: Arautos do Evangelho
2º lugar: Obras Sociais Irmã Dulce (OSID)

HISTÓRIA – Foi criado por São Francisco de Assis em 1223. Ele montou o primeiro presépio em uma gruta, na Itália. Na época, a Igreja não permitia a realização de representações litúrgicas nas paróquias, mas São Francisco pediu a dispensa da proibição, para relembrar ao povo a natividade de Jesus Cristo. As informações são da Canção Nova. O objetivo de São Francisco era facilitar a compreensão do nascimento de Jesus. No Brasil, a cena do presépio foi apresentada pela primeira vez aos índios e colonos portugueses em 1552, por iniciativa do padre José de Anchieta.

Bnews

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