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“Quem tem Otto Alencar e César Borges não pode falar do passado”, diz ACM Neto sobre o PT

Com um discurso forte o candidato ACM Neto (DEM) foi o entrevistado desta quinta-feira do programa Balanço Geral da Record Bahia. O democrata alfinetou o PT afirmando que o partido vai “pagar a língua” ao utilizar um discurso da volta do carlismo já que tem dois dos principais nomes do modelo no governo Wagner. “Quem tem Otto Alencar e César Borges um de um lado e outro do outro não pode falar do passado e em retrocesso. Quem está ao lado do passado é o meu adversário. Nós representamos o futuro. Nós estamos com o PV, com o PSDB, com o PPS. Estamos pensando é no futuro de Salvador”.

Ao ser questionado pelo apresentador Raimundo Varela sobre os problemas econômicos da prefeitura, o candidato Democrata afirmou que conhece a situação financeira da cidade. “Conversei muito com o ex-secretário da Fazenda, Joaquim Bahia, e conheço bem a estrutura municipal. É possível economizar em algumas áreas, racionalizar o gasto público, é preciso governar perto do povo e é necessário ter um plano de desenvolvimento econômico. Salvador não está quebrada, está passando por dificuldade econômica e nós precisamos trazer a iniciativa privada para trabalhar junto com a prefeitura”.

Em outro momento ACM Neto afirmou que não vai ter dificuldade para dialogar com o governo, caso seja eleito. “Não há nenhuma adversidade entre mim e o governador Jaques Wagner. Nós apenas estamos em lados políticos opostos e todo mundo sabe disso. Até porque quem vai resolver os problemas da cidade não é o governador, é o prefeito. Eu não vou procurar desculpa e nem transferir responsabilidade”. O democratas também usou a greve dos professores e da Polícia Militar como discurso de campanha. “Funcionário público será valorizado na minha gestão. Eu não vou fazer igual aos candidatos que na época da eleição prometem coisas que depois não podem cumprir”, disparou contra o governo e ainda criticou as alianças do PT para a disputa municipal. “Salvador precisa de liderança. Eu não vou fatiar a cidade entregando a prefeitura ao partido A ou B”.

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