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Professores mantêm greve; Presidente da APLB abandona reunião, fala em ordens de prisão e que Batalhão de Choque estaria a caminho

Em rápida votação no estacionamento da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), os professores da rede estadual de ensino decidiram manter a greve da categoria, que completará 100 dias nesta quinta-feira (19). A contraproposta a ser apresentada ao Ministério Público não foi detalhada no encontro, que contou com a participação de aproximadamente uma centena de manifestantes. Em sua fala, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), ainda será julgado à tarde.Rui Oliveira, deixou todos os presentes apreensivos. Ele disse que precisaria abandonar a reunião por ter recebido informações de que o Batalhão de Choque da Polícia Militar estaria a caminho da Casa e convocou o grupo a retomar o saguão Deputado Nestor Neto para resistir à suposta represália. “Fui informado agora de que há também ordens de prisão, por isso, vou ter que me retirar”, anunciou o sindicalista. O grupo permanece alojado na AL-BA, embora o planejamento inicial fosse caminhar em direção à sede do MP, também no Centro Administrativo, para apresentar as novas deliberações da classe. Contatada pelo BN, a assessoria de comunicação da PM não confirmou nem descartou a operação e prometeu retornar o contato. De acordo com o Tribunal de Justiça, o julgamento do pedido de reintegração de posse do espaço

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