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Professores apresentam proposta mínima ao MPT para acabar greve

Os professores da rede pública do estado da Bahia, em greve há 113 dias, apresentaram na tarde desta quarta-feira (1º), uma proposta mínima que, se atendida pelo governo do estado, pode pôr fim à paralisação. O documento foi entregue pelo presidente da APLB – Sindicato, que representa a categoria, Rui Oliveira, ao procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia, Pacífico Rocha. Os professores haviam dado entrada em pedido para que o MPT fizesse a mediação do conflito, mas na noite de anteontem aprovaram uma nova pauta de reivindicações, mais reduzida, a fim de negociar com o governo.
Em relação à proposta aprovada em assembleia pelos professores, o principal avanço foi a silnalização, que constou da ata da reunião com os procuradores, de que a categoria volta ao trabalho e suspende o movimento caso o governo atenda aos cinco itens da pauta mínima. |Participaram do encontra os também procuradores Pedro Lino de Carvalho Júnior, Alberto Bastos Balazeiro e Rômulo Barreto de Almeida.

São apenas cinco itens na nova pauta. O primeiro busca a garantia de que não haverá punições aos grevistas, inclusive com a revogação das demissões de Redas e PSTs e a suspensão dos processos administrativos para os professores em estágio probatório. A APLB também exige a retirada das ações judiciais movidas contra a entidade. Outro ponto é o pagamento dos quatro meses de salários retidos até cinco dias após o retorno às atividades. A pauta conta ainda com mais dois itens, que incluem a devolução das contribuições sindicais à APLB e a abertura de uma mesa de negociação para as cláusulas econômicas.

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