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Mutuípe: detido com R$ 50 mil no período eleitoral, Gil Rocha, é inocentado, dinheiro tinha origem lícita

Gil é filho do ex-prefeito Béu Rocha, e irmão de Luciano Rocha, ex-candidato a prefeito de Mutuípe.

Detido de forma arbitrária pela Polícia durante as eleições municipais de 2020. O filho de Gilberto dos Santos Rocha (Béu Rocha), Gilberto dos santos Rocha Filho (Gil Rocha), foi inocentado pela justiça em decisão assinada pelo Juiz Eleitoral da 109ª Zona, Fabiano Freitas Soares.


Em outubro, durante a campanha do então candidato Luciano Rocha, a Justiça acatou parecer do Ministério Público Eleitoral, emitido pelo promotor de Justiça Thiago Cerqueira, e proibiu Gilberto dos Santos Rocha Filho, irmão de Luciano, de participar de atos de propaganda eleitoral em bares, festas e comitês de campanha, além de se ausentar do município sem autorização do juízo eleitoral.


Segundo a decisão e o parecer, Gil Rocha foi detido por transportar R$ 50 mil em dinheiro trocado com notas de R$ 50, em um veículo que ele conduzia na BR-101, no município de Laje. Com o montante, havia material publicitário de dois candidatos a vereadores.


Gil, chegou a ser levado para delegacia e encarcerado, mesmo apresentando as provas de que o dinheiro era lícito, apresentando o extrato de saque, o comprovante de venda de um imóvel. Gil, somente foi liberado após pagar fiança de 5 mil reais. Opositores de Luciano Rocha, chegaram a afirmar que o dinheiro seria usado para compra de votos.


Após 4 meses, findado as eleições municipais, a justiça decidiu pelo arquivamento do inquérito policial depois que o Ministério Público concluiu que a origem e destino dos valores apreendidos são lícitos, concluindo que eram fruto de venda de um imóvel familiar e destinavam-se ao pagamento de reforma em outro imóvel também familiar. O juiz em sua decisão argumenta que o delegado responsável pela investigação também pediu pelo arquivamento do inquérito.


A redação entrou em contato com o Gilberto Rocha Filho e o mesmo disse: “Estou aliviado pois a justiça foi feita! Vivi um pesadelo nos últimos meses. É muito ruim você ser acusado de um crime que não cometeu. Mas minha consciência estava tranquila e a todo momento provei a licitude do dinheiro. Fui vítima de uma arbitrariedade sem fundamento algum, mas a verdade prevaleceu.”

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