Polícia

Ministério Público conclui que não houve confronto em ação policial no Cabula

RONDESP - VIATURAO Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) ofereceu na manhã desta segunda-feira (18),denúncia contra nove policiais militares envolvidos na execução de 12 pessoas durante ação realizada no Cabula em fevereiro. Os promotores pediram ainda que os policiais tenham prisão preventiva decretada. Um dos promotores responsáveis pela ação Davi Gallo conversa com os jornalistas na tarde desta segunda, na sede do Ministério Público, no Centro Administrativo da Bahia. Gallo afirmou que foi concluído que houve tudo menos confronto durante a ação, que aconteceu no dia 6 de fevereiro e deixou 12 pessoas mortas. “Depois de análise criteriosa e exaustiva concluímos de que houve uma verdadeira execução. As vítimas estavam deitadas de joelhos, os tiros eram de cima para baixo”, disse ele. Segundo ele, os indícios levam a acreditar que as vítimas estavam em posiçao inferior a quem atirava. O promotor afirmou que a ação não foi ordem da Polícia Militar. “Não existe ordem de comando para a ação. A conclusão é que o ato partiu da cabeça dos executores por causa de vingança de uma operação malfadada de dias antes”, concluiu ele. (Metro1)

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