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Justiça determina que banco pague R$ 30 mil para funcionária com albinismo por desconsiderar deficiência visual

A Justiça do Trabalho condenou uma agência bancária da cidade de Itapetinga, no sudoeste da Bahia, a pagar uma indenização no valor de R$ 30 mil a uma bancária com albinismo, distúrbio genético caracterizado pela ausência total ou parcial de melanina. A decisão se deu pois a funcionária havia sido levada a exercer uma atividade incompatível com a deficiência visual que ela apresentava.

De acordo com a Tribunal Regional do Trabalho da 5.ª Região (TRT5), a mulher foi designada para lidar com documentos que exigiam a leitura de letras e números em tamanho pequeno, e era cobrada por causa de baixa produtividade.

A bancária contou para a Justiça Federal que o Bradesco, ciente da limitação física, a colocou para auxiliar clientes no autoatendimento. Essa função exigia dela a verificação de documentos pessoais e bancários e o acesso aos sistemas do caixa rápido, todos com letras e números pequenos.


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