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Clima de protestos pode afastar políticos do 2 de Julho

COMEMORAÇÇÃO 2 DE JULHOCom a dimensão apartidária do movimento de rua que se espalha pelo país intensificada e, de certa forma, sua característica anti-políticos em ebulição, não são poucos os deputados ligados ao governador Jaques Wagner (PT) e ao prefeito ACM Neto (DEM) que os tem levado a refletir sobre a conveniência da participação nos festejos do 2 de Julho, maior festa popular da capital baiana com características políticas depois da Lavagem do Bonfim. A depender da “voz das ruas” até a data histórica, as sugestões vão desde uma ida “discretíssima” até a ausência completa do percurso da festa nas ruas do Centro Histórico, o que significa dizer que eles podem ser forçados a participar apenas da abertura do evento, no Largo da Lapinha. “Tudo vai depender de como vai estar o clima até lá, mas, pelo que temos assistido até agora no resto do país, se a situação esquentar e recrudescer por aqui é óbvio que o mais prudente é não se expor”, diz um deputado estadual que tem ouvido preocupações dos dois lados (do Democratas e do PT) com relação à participação de Wagner e ACM Neto no 2 de Julho. Exatamente por este motivo, o movimento programado pelas redes sociais para esta quinta-feira, dia do jogo da Copa das Confederações, será monitorado de perto por ambos os grupos políticos.

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