Bahia

Caminhoneiros realizam manifestações e bloqueiam rodovias federais da Bahia

São registrados nesta quinta-feira (9) bloqueios em ao menos três rodovias: BR-242, BR-116 e BR-101. Protestos são em apoio aos atos que ocorreram na terça (7), em favor do governo Jair Bolsonaro.

Caminhoneiros realizam, nesta quinta-feira (9), bloqueios em ao menos três rodovias federais que cortam a Bahia. Um deles ocorre na BR-242, em Luís Eduardo Magalhães, oeste do estado, e começou na terça-feira (7); outro é realizado em trecho da BR-116, na saída de Feira de Santana, cidade que fica a cerca de 100 quilômetros de Salvador; e o terceiro é na BR-101, em cidade do sul baiano.

Segundo os caminhoneiros, os protestos são em apoio aos atos que ocorreram na terça-feira (7) no país, em favor do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que defenderam pautas antidemocráticas e contra a Constituição Federal, como a destituição de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em Luís Eduardo Magalhães, o bloqueio é realizado na entrada da cidade. Todos os caminhões estão sendo parados, enquanto a passagem de carros de passeio é liberada pelo grupo.

Os caminhoneiros usam pneus e outros objetos para bloquear a pista.

Já em Feira de Santana, há dois bloqueios. Um começou na noite de quarta-feira (8) e ocorre na saída da cidade, no trecho norte da BR-116, altura do Km-418. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que está no local, apenas carros pequenos e caminhões com alimentos perecíveis são liberados para passar.

O outro começou na manhã desta quinta-feira (9) e é realizado em trecho urbano da BR-116, na área da da passarela do bairro Cidade Nova.

Na quarta-feira, também houve protesto em trecho de Barreiras da BR-242, no oeste baiano, mas segundo a PRF, não há bloqueios no local nesta quinta.

Já na BR-101, o bloqueio ocorre no distrito de Posto da Mata, cidade de Nova Viçosa, região próxima ao limite com o estado do Espírito Santo.

O grupo no local só deixa passar caminhões que transportam oxigênio, medicamentos e cargas perecíveis, além de ambulâncias e viaturas.

Fonte: G1/BA

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