CotidianoCOVID-19

As vacinas contra COVID-19 e a situação acadêmica no Brasil

A pandemia de COVID-19 mudou praticamente o mundo inteiro. Coisas simples como ir ao mercado já não são feitas como antigamente e infelizmente ainda não sabemos ao certo quando as coisas vão voltar ao normal. No meio disso tudo, há um número alto de intrigas e discussões sobre o que deve ser feito. Há aqueles que apoiam o lockdown e há aqueles completamente contra. Inclusive há quem não acredite que as vacinas são a solução ou pelo menos não dão a devida atenção para elas.

Com o intuito de trazer mais clareza sobre o assunto, fizemos este artigo para esclarecer quais são as principais vacinas e como está a situação acadêmica no meio da pandemia. Falar sobre a situação acadêmica é extremamente importante já que fazer um trabalho acadêmico sobre qualquer assunto é um verdadeiro desafio diante das circunstâncias atuais e alguns estudantes ainda estão perdidos.

CoronaVac

Essa é uma das vacinas mais controversas da nossa lista, não por conta da sua eficácia, mas por conta de um embate entre o Governo Estadual de São Paulo e o Governo Federal. Acontece que o Presidente Jair Bolsonaro inicialmente deixou claro que não tinha interesse em comprar esta vacina pois a mesma é produzida em laboratórios chineses. Na contramão, o Instituto Butantan firmou um acordo com a companhia responsável para transferir a tecnologia da vacina.

No final das contas, o Governo Estadual de São Paulo conseguiu produzir milhões de doses da vacina e inclusive a mãe do Presidente Bolsonaro foi vacinada coma CoronaVac. A vacina foi tão bem recebida pela população que algumas pessoas estão discutindo quem é o principal responsável pela sua criação.

Pfizer

A criação desta vacina é fruto de uma parceria entre Pfizer dos EUA, BioNTech da Alemanha e Fosun Pharma da China. Estudos apontam uma eficácia de 95%, ela requer duas doses em um intervalo de três semanas e o preço é de aproximadamente 12 dólares por dose, sendo que descontos foram oferecidos para diversos países. A polêmica com essa vacina gira em torno do desdém do Governo Federal. Acontece que os responsáveis fizeram uma proposta formal para o Governo Federal onde garantiam o fornecimento de milhões de doses.

A proposta foi literalmente ignorada, isto é, nem um sim ou um não foram emitidos. Apesar dessa recusa inicial, que ocorreu por volta de agosto de 2020, agora, em março de 2021, o Governo Federal mostrou que vai trazer a Pfizer para o Brasil.

AstraZeneca/Oxford

A AstraZeneca é normalmente considerada similar a CoronaVac. Apesar da Anvisa ter autorizado a importação dessa vacina, o Brasil aparenta um maior interesse pela Pfizer e pela própria CoronaVac. A AstraZeneca chegou a ser usada no Reino Unido e em outros países, inclusive, estudos apontam uma eficácia de 70,4%.

A situação acadêmica no meio da pandemia

Estudantes de direito penal, em nível superior, técnico e até no ensino médio e fundamental estão confusos sobre o ano letivo de 2021. O que temos certeza é que na maior parte do ano, na maior parte do território brasileiro, o ano letivo será feito no modelo EAD. O que quer dizer que algumas instituições vão ter que se desdobrar para conseguir ensinar seus estudantes já que nem todos tem os recursos necessários para este novo modelo de ensino.

Considerações finais

Quando pensávamos que estávamos perto de superar este problema, uma nova onda surge no Brasil. O que sabemos é que a vacina é a nossa melhor arma. Alguns especialistas acreditam que as coisas só vão voltar ao normal em 2022. De um jeito ou de outro, estamos longe de ter vencido a pandemia. 

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