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Testemunha revela que Flordelis e Anderson mantinham relações sexuais com filhos

A deputada federal Flordelis (PSD) e o ex-marido assassinado, pastor Anderson do Carmo, mantinham relações sexuais com filhos e filhas, contou uma testemunha ao RJ2, da TV Globo. A pessoa ouvida pela reportagem morou na casa da pastora, mas não quis ser identificada.

De acordo com a testemunha, as práticas sexuais envolviam vários moradores da casa. “Durante o convívio, era perceptível que eles mantinham relações sexuais entre irmãos, entre pai e filha, entre mãe e filhos. Isso era nítido, notório, e inclusive contado pelos próprios”, afirmou ao RJ2.

O relato da testemunha aponta ainda que a relação entre Flordelis e Anderson começou a mudar quando o pastor passou a mandar mais do que a deputada nos negócios da família. “Anderson se tornou uma pedra no sapato pra Flordelis. E ela fez com ele exatamente o que ela faz com todos: retira do caminho.”

“O que eles pregam não é exatamente o que eles vivem. Eles vivem uma vida de mentira, uma vida de omissões, uma vida sem amor, uma vida voltada praticamente pra si, pelo dinheiro, riqueza e fama”, desabafou a testemunha. A reportagem do RJ2 procurou a defesa da deputada, mas ela não retornou aos contatos.

Sexo no capô do carro

Em sua primeira entrevista após ser denunciada como mandante do assassinado do próprio marido, Flordelis disse que fez sexo com o pastor Anderson no capô do carro na noite do crime. Ela também se declarou inocente em busca por justiça. As declarações foram dadas ao jornalista Roberto Cabrini, em uma reportagem exibida no Conexão Repórter, do SBT, na segunda-feira (31).

Flordelis foi a casa da família em Niterói, onde aconteceu o crime, junto com o jornalista Roberto Cabrini, e contou que ela e o marido chegaram em casa por volta das 3h da manhã após passearem no calçadão de Copacabana e fazerem sexo no capô do carro, em uma rua deserta, antes de voltar a residência.

“Fomos à Copacabana, andamos no calçadão, fizemos as brincadeiras, andamos na praia. Depois fomos para o carro, ele pegou uma pista deserta, não sei dizer o local, só se eu for lá, talvez eu consiga, mas não prestei atenção no caminho. Eu sei que ele chegou em um lugar que tinha muitos carros parados, mas não tinha bar, nada disso. Nós paramos ali, namoramos, que era uma coisa normal nossa, na estrada. Me beijou bastante, eu sentei no capô do carro e tivemos relações. Falei “amor, amanhã a gente vai acordar cedo, né?”. Isso foi por volta de 2h e alguma coisa”, contou.

Anderson dirigia um Honda Accord, e não o carro blindado da família, que, segundo a investigação, tinha ficado com um filho por sugestão da pastora. “Isso é mais uma mentira que estão falando a meu respeito. Foi o meu marido que ligou pro meu filho e pediu que levasse para ele o carro esportivo. Quem é que não sabe? Quem conhece meu marido sabe muito bem que ele adorava sair com o carro esportivo”, disse.

Investigação da morte

No final de agosto, a Polícia Civil concluiu que Flordelis foi a mandante do assassinato de Anderson do Carmo. O inquérito aponta que a arma usada no crime foi comprada pela deputada. Flávio dos Santos, filho biológico de Flordelis, é apontado como autor dos disparos que mataram o pastor.

De acordo com as investigações, a deputada estaria insatisfeita com a forma com que o pastor geria o dinheiro da família.

Além de Flordelis, mais dez pessoas foram denunciadas pelo assassinato do pastor na madrugada do dia 16 de junho de 2019 em Niterói. Por exercer mandato parlamentar, Flordelis não pode ser presa neste momento. A defesa dela nega as acusações.

As informações são da revista IstoÉ

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