Polícia

Suspeito de latrocínio de taxista, também é suspeito de assassinato em bar no bairro São Paulo em S. A. de Jesus

O taxista Edivaldo de Andrade, 59 anos, conhecido como Cravinho foi morto vítima de latrocínio na tarde da última segunda-feira (19) em Santo Antônio de Jesus, e na manhã desta terça-feira (20), seus colegas realizaram uma manifestação durante cortejo fúnebre. O acusado deste crime é também suspeito de ter praticado outro homicídio em um bar meses atrás no bairro São Paulo. As informações são do delegado da 4ª Coorpin, Dr. Adílson Bezerra.

De acordo com Bezerra, mesmo com a confissão do suspeito, as investigações não foram encerradas, pois a polícia suspeita do envolvimento de uma terceira pessoa, “no momento da ação e execução ele estava sozinho, pelas imagens é possível ver que após parar o carro, ele saiu, retornou e ficou alguns minutos dentro do carro com a vitima já morta. Lá dentro como se estivesse esperando por um terceiro e depois saiu e mais a frente pegou uma mototáxi. Existe a possibilidade da participação de um terceiro, mas isso será confirmado com a conclusão da investigação”, disse.

O entrevistado informou também que o acusado é suspeito de um outro homicídio ocorrido em um bar no bairro São Paulo há poucos meses atrás.

CASO:

Em contato com a reportagem do Voz da Bahia, o delegado Dr. Adilson Bezerra informou que, após levantamento de informações e provas, a polícia chegou ao suspeito e se dirigiu ao endereço do acusado, que já era conhecido por envolvimento com o tráfico, o que ocasionou também a perda de sua perna por disparos de arma de fogo.

Na residência, onde o cidadão estava na companhia de sua vizinha, foi encontrado uma quantidade de drogas, balança de precisão, munições, além dos indícios do crime. O Dr. Adílson revelou que ambos foram conduzidos sob suspeita de latrocínio (roubo seguido de morte) e a mulher por tráfico de drogas (veja matéria completa aqui).

De acordo com o delegado Bezerra, o suspeito responderá por latrocínio, tráfico de entorpecentes, posse e munição de arma de fogo com a pena mínima elevada para 29 anos de prisão. Fonte: Voz da Bahia

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