Bahia

Serra Preta: Jovem é internada com forte sangramento e polícia investiga se houve estupro

A Polícia Civil do município de Serra Preta está a procura de um homem de prenome Antônio, conhecido como “Engata-Cachorra”, acusado de ter estuprado uma jovem de 22 anos, com quem tinha um relacionamento sem a aprovação da família.

 

Ele é morador da cidade e motorista de ambulância do distrito de Ponto de Serra Preta. A polícia investiga o caso que aconteceu no último dia 12. Após a relação sexual, a mulher teve um forte sangramento e foi deixada pelo homem no hospital municipal.

 

A mãe da garota afirmou que ela tem deficiência mental e que Antônio teria usado vinagre nas partes íntimas da filha com o objetivo de conter o sangramento. O delegado Alisson de Carvalho afirmou que a polícia está investigando o caso e buscando localizar o suspeito. De acordo com ele, houve a confirmação do ato sexual e sobre o retardo mental da vítima, serão necessários laudos médicos.

 

Além disso, o fato da relação sexual ter sido forçada ou não, será preciso fazer uma oitiva formal para a confirmação da situação. Na investigação preliminar a vítima relatou que o ato sexual não teria sido forçado. “Ela disse que estava namorando com ele há cerca de um mês. Já estava sendo convidada por ele a ir a sua residência, mas diante das negativas da mãe, na segunda-feira (12) resolveu sair escondido. Foi para onde aconteceu o ato sexual. Ela começou a sangrar muito e contou que o homem tentou colocar vinagre pela cultura de que vinagre estanca o sangue. Como não obteve êxito a levou para o hospital do Bravo em Serra Preta onde a deixou e fugiu com destino ignorado”, declarou.

 

O delegado relatou que a polícia também está analisando se a jovem tem ou não discernimento de falar sobre o que aconteceu. “Temos que observar se ela tem o discernimento para entender o ato sexual. Se ela não tiver esse discernimento a gente sai do artigo 213 e vai para o 217, que é o estupro de vulnerável. Mas, isso depende de laudos”, acrescentou.

 

O delegado Alisson salientou que aguarda que Antônio se apresente à polícia, até mesmo para esclarecer o fato e evitar sua eventual prisão. Caso ele não se apresente, será feito o pedido de prisão preventiva. Na situação não se configura o fato de omissão de socorro, porque a jovem foi deixada no hospital. Porém, para o delegado, Antônio agiu com muita frieza. Ele pediu ainda que a população não tome nenhuma atitude com as próprias mãos e aguarde o trabalho da polícia. (Acorda Cidade)

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