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Resultado de anos de degradação começa a ser sentido em São Miguel das Matas

Um levantamento realizado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) aponta que a agricultura e o setor de serviços no Estado poderão amargar um prejuízo de até R$ 7,7 bilhões com a seca que assola o Nordeste.

São Miguel das Matas, um pequeno município localizado entre o Vale do Jiquiriçá e Recôncavo Sul Baiano, sente os efeitos de anos de devastação e degradação ambiental ocasionado em grande parte pela pecuária e a monocultura da mandioca.

O setor de criação de animais emerge como um dos dois ou três maiores contribuintes mais significativos para os problemas ambientais graves, em todas as escalas, do local ao global.

A criação de animais deve ser o foco principal da política quando se lida com problemas de degradação dos solos, alterações climáticas, poluição do ar, escassez e poluição de água e a perda da biodiversidade.

Degradação da Terra: O setor da pecuária é de longe o maior usuário de terras. A área total ocupada por pastagens é equivalente a 26 por cento do gelo da superfície terrestre livre do planeta.

Além disso, a área total dedicada às plantações de alimentos representa 33 por cento das terras aráveis. Ao todo, a produção de gado representa 70 por cento de todas as terras agrícolas e 30 por cento da superfície terrestre do planeta.

A expansão da produção de gado é um fator chave para o desmatamento, especialmente na América Latina, onde a maior quantidade de desmatamento está ocorrendo e em São Miguel das Matas não tem sido diferente e o resultado na construção de pastagens desenfreadas começa a ser sentida também por quem sempre agiu irresponsavelmente desmatando e abrindo as várzeas, também conhecida em nossa região como vargens. (Criativa On Line)

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