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Relembre jogadores de futebol que se afastaram do futebol por motivos curiosos

Jogador de futebol é uma profissão como qualquer outra, embora os profissionais de alto nível tenham muito mais glamour e dinheiro.

Os grandes nomes do Brasil e da Europa estão sempre nos noticiários e são alvos de apostas esportivas, um ramo que está crescendo – inclusive, tire qualquer dúvida sobre a Betfair se estiver interessado nisso – mas no fim do dia são seres humanos e estão sujeitos a problemas pessoais, imprevistos e circunstâncias curiosas que, por vezes, tira-os do ambiente de trabalho.

Via de regra esses problemas têm relação direta com o que eles fazem dentro de campo, isto é, lesões e problemas físicos, mas também desentendimentos com os técnicos e

Com a notícia de que o lateral brasileiro Marcelo, do Real Madrid, corre risco de perder a semifinal da Champions  por ter sido convocado para ser mesário na eleição municipal da capital espanhola, resolvemos relembrar alguns casos curiosos de jogadores que perderam compromissos com seus clubes ou seleções por motivos curiosos.

Claro que existem dezenas de casos como esses, mas não incluímos aqui, por exemplo, brigas ainda no estádio que geraram punições disciplinares, e sim razões realmente fora do padrão e que valem uma sobrancelha levantada.

Heung-min Son: convocado para servir o exército do seu país

De todos os casos listados aqui (exceto o de Marcelo), o do coreano Heung-min Son é talvez o único no qual o jogador envolvido não teve culpa nenhuma por seu afastamento. Acontece que o atacante do Tottenham teve que deixar Londres para ir servir ao exército do seu país.

Embora o apelo dramático do fato, a verdade é que Son só precisou passar um mês com o exército sul-coreano. Por ter levado a Seleção Coreana ao título da Copa da Ásia, em 2018, ele escapou de um período de serviço obrigatório que seria de 21 meses.

No fim das contas, tanto Son quanto o Tottenham podem se considerar com sorte: o atleta só precisou ficar um mês no seu país natal, e foi bem durante a pausa da Premier League por conta da COVID-19, em abril de 2020.

Wojciech Szczęsny: cortado por fumar no chuveiro do vestiário

Hoje veterano e dono do gol da Juventus, o polonês Szczęsny passou maus bocados quando era atleta do Arsenal, clube que o revelou quando ele tinha apenas 16 anos. Foram longos anos no clube de Londres, tendo inclusive sido eleito melhor goleiro da temporada em 2014, mas um episódio curioso marcou para sempre a carreira de Szczęsny.

Foi em janeiro 2015, quando o Arsenal foi derrotado pelo Southampton por 2×0 (tendo ambos os gols sido causados por erros do goleiro). Inconformado, o polonês foi flagrado fumando no vestiário dos Gunners

 O resultado gerou muita polêmica, uma multa milionária e o afastamento de Szczęsny do gol do Arsenal pelo resto da temporada. No ano seguinte, ele foi emprestado para a Roma e nunca mais saiu da Itália – “caiu para cima”, podemos dizer, considerando ser o titular da Juventus hoje.

Balotelli: cortado do time por vestir uniforme e cantar hino do rival

O atacante italiano Mario Balotelli sempre teve fama de bad-boy e, pior ainda, de garoto-problema em todos os vestiários e gramados pelos quais passou – tanto que, com apenas 30 anos de idade, está na segunda divisão da Itália, e sofrendo para jogar.

Um dos episódios, porém, que extrapolou o limite do aceitável, até pelos padrões do “Super Mario”, aconteceu em 2010, quando o jogador, então atleta da Inter de Milão, vestiu a camisa do arquirrival Milan e deu uma entrevista ao vivo na TV italiana – e quem estava nos bastidores garante que ele até mesmo cantou o hino dos Rossoneros.

O então garoto de 19 anos até voltou a jogar com a camisa da Inter, mas foi tão vaiado nas partidas que participou que, no mesmo ano, se transferiu para o Manchester City.

Breno: cortado do time (e preso) por incendiar sua casa

Talvez nenhum caso no futebol mundial seja mais grave do que o do brasileiro Breno, que começou a carreira no São Paulo, em 2007, mas rapidamente foi contratado pelo gigante europeu Bayern de Munique. Foi lá, porém, que o brasileiro ganharia a maior fama da sua carreira, e pelo pior motivo possível.

Em setembro de 2011, início da temporada europeia, o zagueiro descobriu que sua grave lesão o manteria afastado do futebol por um bom tempo. Inconformado, ele provou um incêndio na sua própria casa, em Munique.

A justiça rapidamente descobriu que o incidente havia sido criminoso e o brasileiro foi condenado a quase 4 anos de prisão. Não chegou a cumprir tudo e até trabalhou como auxiliar técnico no Bayern durante uma parte da pena, mas foi o suficiente para não entrar mais em campo com a camisa dos Bávaros antes de voltar ao Brasil, repatriado pelo próprio São Paulo.

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