Cidades

Prefeito diz que herdou do antecessor situação ‘grave’ e dívida milionária

O prefeito de Simões Filho, Diógenes Tolentino, o Dinha (PMDB), afirmou ter encontrado uma situação “grave” deixada pelo antecessor Eduardo Alencar (PSD). Ele fez um balaço dos seus 18 dias à frente da cidade da Região Metropolitana de Salvador. “Sinceramente, não imaginávamos encontrar uma situação tão grave como nós encontramos.

Estamos tentando colocar tudo em ordem, mas, por falta de informações, de documentos, estamos tendo dificuldade até para iniciarmos o nosso orçamento. Ainda não recebemos a contabilidade, não sabemos o que temos de restos a pagar”, lamentou o prefeito.

De acordo com o peemedebista, R$ 6 milhões em contratos com fornecedores foram sustados logo após a sua posse, para garantir o pagamento dos salários atrasados de dezembro do funcionalismo público. Segundo o gestor, a dívida da prefeitura pode chegar, a longo prazo, a R$ 300 milhões. “A longo prazo, a dívida é de quase R$ 300 milhões. A curta prazo, podemos chegar a 30 milhões de reais e esse valor pode subir porque ainda aguardamos informações do grupo que governava a cidade”, afirmou.

O prefeito afirmou, ainda, que o prédio da prefeitura está totalmente sucateado. Ele disse ter recebido a prefeitura em “desordem”. “Encontramos todos os departamentos completamente desorganizados, sem nenhum acervo administrativo, sem estrutura para se trabalhar, um cenário administrativo que tem refletido na vida dos munícipes atualmente: caos no transporte, na saúde, na educação, na infraestrutura”, disse.

BN

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