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Popularidade de Dilma não transfere votos a prefeituráveis, diz jornal

Apesar de aprovada por 75% da população, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgada em agosto, a presidente Dilma Rousseff não tem se mostrado, pelo menos por enquanto, uma cabo eleitoral eficiente nas eleições deste ano. A sua presença no horário eleitoral trouxe pouco resultado para os candidatos em pesquisas de intenção de voto. Dilma estreou na televisão nestas eleições no dia 10, nas campanhas dos petistas Fernando Haddad, em São Paulo, e Patrus Ananias, em Belo Horizonte. A pesquisa do Datafolha sobre a disputa pela prefeitura paulistana realizada no próprio dia 10 (antes da participação da presidente, que só ocorreu no programa da noite) e no dia 11, mostrava Haddad com 17% de intenção de voto, empatado tecnicamente, em segundo, com o tucano José Serra, que tinha 20%. Para especialistas, os números das pesquisas confirmam a tese de que não há influência de políticos nas eleições de outras esferas de poder. “Não há transferência de voto para cargo diferente. Um presidente popular elege um presidente, mas não um prefeito”, diz o cientista político Alberto Carlos Almeida, autor do livro “A cabeça do eleitor”.  Informações de O Globo. Recentemente, o antropólogo e publicitário Renato Pereira, responsável pelo marketing da campanha à reeleição do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), fez afirmação semelhante, mas com relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pereira disse ser um “mito” a transferência de votos de Lula para candidatos em disputas municipais.

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