BrasilGeral

Petistas fazem ‘emboscada’ e tentam agredir Ciro com pedaços de pau

Faltou gente na manifestação convocada pelo PT e seus satélites da esquerda no sábado 2, mas a baixa adesão não foi suficiente para arrefecer os ânimos da militância. Os petistas deram uma nova demonstração de intolerância, e desta vez uma das vítimas foi um antigo aliado: o ex-ministro Ciro Gomes (PDT).

Depois de ser fortemente vaiado durante seu discurso na Avenida Paulista, em São Paulo — pela manhã, Ciro já havia participado do ato esquerdista no Rio de Janeiro —, o pré-candidato do PDT ao Palácio do Planalto foi vítima de uma “emboscada” armada por militantes do PT.

Quando se encaminhava para seu carro, Ciro voltou a ser hostilizado pelos manifestantes. Alguns petistas mais exaltados atiraram garrafas e pedaços de pau contra os vidros do veículo. Na sequência, depois de o pedetista deixar o local, houve uma briga entre os próprios militantes, que acabaram dispersados pela Polícia Militar (PM). Ninguém foi preso.

Ao discursar no caminhão de som, Ciro recebeu vaias e xingamentos de petistas, que entoaram o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ausente na manifestação. Depois de sofrer a tentativa de agressão, Ciro afirmou que o Brasil é maior do que o “fascismo travestido de vermelho e de verde e amarelo” e disse não ter ouvido as vaias. Segundo o ex-ministro, a ação violenta partiu de “meia dúzia de bandidos travestidos de esquerda que se acham donos da verdade”.

Em nota, o PDT informou que “meia dúzia de militantes petistas que estavam em um bar, visivelmente alterados, tentaram hostilizar Ciro e o presidente [do partido] Carlos Lupi”. “São atos covardes de quem não está interessado no país. Esses covardes não intimidarão quem quer que seja”, afirmou a agremiação.

Dirigentes de outras legendas de esquerda que organizaram o ato se solidarizaram a Ciro. A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, classificou a tentativa de agressão como “incidente lamentável”.

Nos últimos anos, Ciro tem subido o tom das críticas a Lula e aos governos petistas — dos quais participou no primeiro escalão, é bom lembrar. A militância do PT não o perdoa por ter viajado a Paris depois de derrotado no primeiro turno das eleições de 2018, ficando de fora da campanha de Fernando Haddad no segundo turno contra Jair Bolsonaro.

Revista Oeste

Um Comentário

  1. Alen di CORRÚPTO êçe siro Gomez eh ladrão éh môco, faz do conta no naum chingáran lei? Ķára do piá, káça óleo do pérola neçe FOCINHO çêu KANÁLHA

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo