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Opinião: A quem interessa o aluguel do Hospital de Mutuípe?

hospital-mutuipeApós o comunicado da Presidente da APMIM  a imprensa e das informações fornecidas ao repórter Lucas Alves,  algumas questões ficaram obscuras.

De quem é o interesse em alugar o Hospital de Mutuípe?

Fazendo uma visita a um passado não muito distante é possível lembrar que a APMIM só recebia para gerenciar a unidade de saúde na época que entregou para Castro Alves, R$ 115,000.00, com o fim da contratualização com a Fundação José Silveira apura-se que o valor foi atualizado e gira em torno de R$ 317,000.00.
Lembro-me das imposições que eram feitas pela Vigilância Sanitária do estado para que o Hospital na época continuasse funcionando, e das afirmações do Superintendente de Regulação do Estado da Bahia, Dr. Andrés Alonso, que dizia que a terceirização era o melhor caminho para o município e até das telas que foram colocadas nas vidraças do Hospital para que não fosse impedido de atender ao povo e continuasse recebendo as migalhas do estado.

Existiu até aqueles que exigiram demissões para que pudessem ajudar o HCCR, algumas chegaram a ser feita, mas os problemas do hospital continuaram.

A APMI de Casto Alves era a melhor solução por Hospital, Não foi!, A FJS era a melhor solução para o Hospital de Mutuípe, também não foi! A FABAMED era a melhor solução para o hospital de Mutuípe, essa não teremos como saber, pois não chegou a assumir graças aos associados da APMIM que rejeitaram a tempo de que um novo erro fosse cometido, ou acerto né? Nunca teremos essa resposta.

Depois que o leite derramou os salvadores da pátria deram inicio a busca de uma nova gerenciadora, depois de alguns dias apresentaram a administradora do Hospital Português para gerenciar o de Mutuípe, mais uma vez dizem que é a melhor solução para o hospital.

Avaliando os últimos anos deu pra perceber que o APMIM foi sufocada até beirar a morte para que entregasse o hospital, alguém teve interesse em meter a colher e gerenciar indiretamente a unidade.

Outra prova são as exigências e fiscalizações que aconteciam frequentemente e nunca mais se ouviu falar, cada empresa sucateia alguma coisa, qual o intuito? Até quando a comunidade Mutuípense vai permitir que tudo isso aconteça?

O que muitos devem fazer, é respeitar o povo de Mutuípe, respeitar os impostos que são pagos e que não são devolvidos da forma que deveria ser, ao invés de ir buscar um nova salvadora da pátria, deveriam fortalecer a APMIM a apoia-la para administrar a unidade de saúde, se não deu certo no passado é preciso procurar meios para que eles não aconteçam no presente. Se houve incompetência em algum momento que os incompetentes sejam removidos.

A APMIM irá administrar o Hospital novamente por 90 dias, teremos mais uma oportunidade de avaliarmos a capacidade da proprietária da unidade mostrar que tem capacidade em continuar guiando o barco, e também veremos se os repasses irão continuar acontecendo nos mesmos montantes que eram entregues a FJS, o velho ditado tem prevalecido “O santo de casa não faz milagre”, rasgaram a memoria de Clélia Rebouças, manchando a imagem de uma instituição de 66 anos de existência.

Leandro Almeida

 
 

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