Cotidiano

‘Não vai chegar a lugar nenhum’, diz Ricardo Barros sobre CPI da Covid no Senado

Líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), disse, neste sábado, 12, em entrevista à Jovem Pan, que a motociata ‘Acelera Para o Cristo’, organizada por simpatizantes evangélicos do presidente Jair Bolsonaro, foi uma “belíssima manifestação de força” do presidente na capital paulista. Segundo a organização,  300 mil pessoas são esperadas. Questionado sobre uma possível mini reforma ministerial, com a movimentação de partidos de centro cobrando a troca dos ministros da Casa Civil e do Meio Ambiente, além de mudanças na pasta do turismo, Barros afirmou que tudo não passa de “pura especulação” e que “há muita pretensão de ocupar esses postos”. Ainda segundo o líder governista, o presidente avalia os ministros, primeiramente, pelo trabalho que desenvolvem e não pelo partido do qual fazem parte.

“O presidente tem dois ministros do DEM, o Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral da Presidência da República) e a Tereza Cristina (Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). E o DEM, claramente, não estará com ele na sucessão, tem dado todos os sinais de que vai ter candidato, está em outro corpo político. Pessoas querem ocupar esses espaços e criam essas situações. Mas ele não demite ministros do DEM porque o DEM não vai estar com ele”, disse o deputado. Para Barros, o governo “está indo bem, está produzindo muito”, com a votação de  “muitas matérias relevantes” na Câmara. Sobre a CPI da Covid-19, o deputado disse que alguns prefeitos e governadores querem comparecer, “basta que haja o convite”. O parlamentar criticou a condução dos trabalhos. “A CPI não vai chegar a lugar nenhum. O relatório todos nós já sabemos qual vai ser. Desde o primeiro dia, o senador Renan Calheiros já sabia o que ela ia escrever no relatório”.

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