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Mãe de dono do Wikileaks diz que filho ‘não vê a luz do dia’

O australiano Julian Assange, fundador do Wikileaks, está refugiado desde junho na embaixada do Equador, país ao qual pede asilo político, em Londres. Cristine Assange, define como uma mãe preocupada, “como qualquer uma estaria se seu filho estivesse trancado em uma embaixada, sem ver a luz do dia”. “A embaixada tem sido muito amável, permitindo visitas diárias de amigos e simpatizantes. Alguns o estimulam a ouvir música, para que dance, faça exercícios. Acho que ele tem uma esteira para correr e faz exercícios em frente a uma janela para ver um pouco do sol”, afirmou. Como seu filho, ela também acredita que a decisão da Justiça britânica de extraditá-lo para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais, é motivada politicamente. Ambos suspeitam que, da Suécia, ele seria enviado aos Estados Unidos onde o governo investiga possíveis crimes cometidos com a divulgação de dezenas de milhares de documentos pelo Wikileaks há quatro anos. Ela já se encontrou com o presidente do Equador, Rafael Correa, o ministro das Relações Exteriores, Raúl Patino, entre outras lideranças do país.

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