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Juliana Paes conta perrengue para tirar tapa-sexo após cenas de nudez: “Um horror”

Gravar cenas de nudez exige alguns sacrifícios dos atores envolvidos. Além do nervosismo natural antes de uma sequência mais íntima, Juliana Paes revelou a dificuldade que é usar tapa-sexo nas gravações. Bem-humorada, a atriz entregou que é “um horror” tirar o artifício depois do expediente.

Em entrevista para o perfil oficial do Telecine no Instagram, na última sexta-feira (31), Juliana comentou a preparação – psicológica e física – para esse tipo de cena.

“Toda vez que você tem que tirar a roupa, sempre tem um frisson, sempre tem aquele nervosinho. ‘Ai, meu Deus, é hoje. Hoje é aquela cena’. Por mais desinibida e tranquila que a atriz seja”, relatou.

Apesar do frio na barriga, a intérprete, no ar como a Carolina de “Totalmente Demais”, disse que sua criação a ensinou a lidar com a nudez de maneira natural.

“Talvez por ser uma família muito grande, uma casa com muita gente e um banheiro só. Sabe aquela coisa? Entra o pai, você está tomando banho, e sai. Entra a mãe e não importa a idade. Isso já te deixa um pouco mais liberada com a nudez. Com seu próprio corpo”, explicou ela à jornalista Renata Boldrini.

Na hora do “gravando”, Juliana garante estar totalmente entregue, mas se protege da maneira que pode. O tapa-sexo é um recurso utilizado sempre que possível, mas algumas situações só permitem o uso de esparadrapos para cobrir a genitália.

“Às vezes, tem umas cenas, por exemplo, de sexo. Não dá para botar aquele tapa-sexo que aparece a lateral. Aí, a gente cola fita na frente. Entendeu? A gente faz um tapa-sexo que é colar micropore. Faz uma tanga de micropore. É uma coisa horrorosa”, contou.

Ela deu detalhes sobre o processo e desabafou, aos risos: “Gente, é um problema tirar aquilo. Aí você cola aquele negócio e fica com uma cor diferente da sua pele. Você dá uma maquiada para ficar com a cor no tom da pele. Esse momento de preparação é um horror”.

Segundo Juliana, cenas em que os atores expõem mais o corpo exigem uma dinâmica diferente no estúdio. “Reduz a galera que está no set, bota menos gente. A camareira fica do lado. Cortou a cena, vem a camareira correndo com o roupão e cobre o bumbum da gente (risos). Então, existem esses cuidadinhos. No final das contas, na hora da ‘ação’ e do ‘rodando’, a gente esquece um pouco quem está em volta. E tem que esquecer, senão você não faz”, concluiu.

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