Política

Jaques Wagner deve ser o candidato do PT a presidente da república em 2018

A condenação do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), em segunda instância, o torna automaticamente inelegível, baseado na lei da ficha limpa, sancionada por ele mesmo durante sua passagem pelo Palácio do Planalto.

Mesmo como provável impedimento, ele diz que será candidato a qualquer custo, esse discurso deve perder folego nos próximos meses, se a pré-candidatura se confirmar, caberá ao TSE – decidir pela candidatura pois ser concorrer será “sub judice”.

O Partido dos Trabalhadores, durante os últimos meses afirmou eminentemente que Lula é candidato, e que a sigla tem somente ele como opção para o pleito de 2018, É Lula ou Lula. O PT nega a todo custo que exista plano BC ou D, mas não é bem assim, dois quadros do partido figuram a possível pré-candidatura com o afastamento do baluarte da esquerda

Jaques Wagner e Fernando Haddad são os nomes mais fortes, porém o primeiro tem maiores chances, o carioca, que foi eleito por duas vezes governador da Bahia, tem boa relação com o ex-presidente e conseguiu eleger o seu sucessor no estado, o governador Rui Costa.

Wagner deixou a Bahia no melhor momento político do partido, e saiu em grande estilo, com grande aprovação e com um cargo no governo interrompido da ex-presidente Dilma Rousseff.

Para o PT a indicação de Wagner seria excelente, visto que o candidatado é do Rio de Janeiro e ainda teria bom trânsito no nordeste, região que historicamente desde 2002 deu bons números de votos ao partido. A possível candidatura de Wagner também resolveria um problema na chapa do pré-candidato ao governo da Bahia, diante de muitos nomes para poucas vagas.

A experiência política e o bom articulador que é, faz do ex-governador e atual secretário na Bahia, o nome ideal ao posto, outra vantagem acumulada por ele é a quantidade de baianos na capital São Paulo, estado que acumula a maior contingente.

O segundo nome foi derrotado como prefeito, e saiu com baixa popularidade.

Nos bastidores argumenta-se que algumas alas do PT não desejam ter Wagner como candidato a presidente, mas diante da dificuldade em emplacar um nome competitivo e da não-candidatura de Lula, não terá outro caminho a escolher.

Ou lança Wanger ou a chance de apoiar outro nome é grande.

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