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“Isidório nunca diminuiu nas pesquisas” afirma Angêlo Coronel

O senador Angelo Coronel (PSD) voltou a defender que o Pastor Sargento Isidório (Avante) não registrou queda nas pesquisas de intenção de voto para a Prefeitura de Salvador. O parlamentar tem se mostrado irritado com os diversos levantamentos que apontam a perda da vice-liderança do líder evangélico e quer, inclusive, censurar a divulgação de novos números.

“Em primeiro lugar, Isidório nunca diminuiu nas pesquisas. Desde o início da campanha, Isidório pontuava com 10 pontos percentuais e temos pesquisas internas que mostram que ele mantém os 10 pontos”, declarou, em um evento realizado no projeto social do pastor na tarde desta segunda-feira (26). “Não tenho dúvida que Isidório e Eleusa [Coronel, candidata à vice-prefeita] irão para o segundo turno. […] Aqueles que apostam na queda do Pastor Sargento Isidório estão enganados”, completou.

Nos bastidores, a avaliação é que a perda de votos apontada nos levantamentos obrigou a coordenação de campanha de Isidório a se mexer. A própria visita de Coronel a Fundação Doutor Jesus, acompanhado do governador Rui Costa (PT) e de outros caciques aliados nesta segunda, é uma tentativa de evitar que o cenário se agrave para o candidato.

Vale lembrar que Isidório chegou a liderar alguns levantamentos no ano passado e acabou sendo ultrapassado pelo candidato Bruno Reis (DEM) na pré-campanha. Agora, ele figura empatado tecnicamente com a Major Denice Santiago (PT) e com Olívia Santana (PCdoB) – aparecendo numericamente atrás da candidata petista.

Conforme levantamento A TARDE/Potencial Pesquisa, divulgado na última quinta-feira (22), o pastor evangélico foi ultrapassado numericamente por Denice (ele tem 6% e ela agora tem 8%). Os dois continuam tecnicamente empatados com a candidat Olívia Santana (PCdoB), que teve 5%. Bruno Reis tem 43%. Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BA-09090/2020, a pesquisa tem margem de erro de 3,46 pontos percentuais e foi feita entre os dias 15 e 20 de outubro, com 800 pessoas entrevistadas.

Bnews

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