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Guilherme Fontes é condenado a restituir verbas públicas para produzir filme sobre Chatô

O ator Guilherme Fontes foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro a restituir os recursos públicos que recebeu para produzir o filme “Chatô, O Rei do Brasil”. O ator terá que restituir cerca de R$ 1,1 milhão à Petrobras Distribuidora e mais de R$ 1,4 à Petrobras S/A, com correção monetária e juros. Os autos afirmam que Guilherme Fontes assinou dois contratos e não honrou os compromissos firmados. No primeiro contrato, Fontes conseguiu R$ 1,3 milhão, como não concluiu o projeto, o acordo lhe deu novo prazo. Durante a extensão do prazo para conclusão do filme, o ator conseguiu o segundo contrato de patrocínio com o mesmo produto, no valor de R$ 2 milhões, que seriam liberados em sete parcelas. As últimas parcelas dos dois contratos não foram repassadas ao ator por não ter concluído o filme. Para o juiz Paulo Roberto Fragoso, da 31ª Vara Cível da Capital, o não cumprimento dos prazos estipulados, o acusado está sujeito às sanções previstas. O juiz ainda considerou que o réu, em sua defesa, apresentou alegações “vagas desprovidas de lastro probatório”. Na sentença, o magistrado destacou que a “atitude do réu em captar verbas públicas e não cumprir com o contratado sem apresentar qualquer justificativa para tanto fragiliza a credibilidade da classe que integra e frustra legítima expectativa das patrocinadoras. Esse comportamento, como dito, é prejudicial a todos os que necessitam desta linha de crédito, pois acarreta insegurança e desconfiança nos patrocinadores”. Ainda cabe recurso.

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