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Geddel aconselha professores que pretendem perseguir Pelegrino durante campanha

Além de usar sua conta no Twitter para fazer campanha para seu correligionário Mário Kertész, que disputa a prefeitura de Salvador, o ex-ministro Geddel Vieira Lima também faz ‘análises’ sobre os fatos que acontecem na Bahia. Principalmente se os fatos são contra o governo, de onde o PMDB baiano participou e saiu de mala e cuia para disputar a eleição passada. Dessa vez, Geddel fez um comentário que envolveu o governo da Bahia e pode atingir – em cheio – a candidatura de Nelson Pelegrino, adversário de Kertész: “Essa dos Professores em greve seguirem agenda de Pelegrino fazendo manifestações,sera a mais eficaz pressão p q o Gov JW busque uma solução”, escreveu no @geddel_.

Picuinha ou não, o que o peemedebista comentou tem fundamento, já que os professores foram colocados para fora da Assembléia Legislativa da Bahia pelo presidente Marcelo Nilo (PDT), que entrou na justiça para conseguir o feito, e agora estão se organizando em outros locais. Desta forma, há a forte possibilidade de que uma frente de professores seja formada para “acompanhar” o candidato petista em sua peregrinação que precede o sufrágio em outubro. Se isso se concretizar, o governo tem que pensar em novas estratégias para abafar as vaias dos professores, já que vai pegar mal levar a banda da Marinha (clique aqui e entenda) durante a campanha eleitoral.

 

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