Cidades

Ferido por peixe lamenta não começar o ano com o ‘pé direito’: ‘Mancando’

O homem que precisou passar por uma microcirurgia para retirar os ferrões de um bagre que atravessaram o dedo e a sola do pé dele durante uma caminhada na praia, no domingo de Natal, em Santos, no litoral de São Paulo, lamentou ter que passar a virada do ano em casa e longe da badalação.

 

O chaveiro Christian Borges dos Santos Martins, de 40 anos, deixou de usar muletas na última sexta-feira (30) e ainda se recupera do acidente com a esperança de começar o ano com o “pé direito”, ironicamente, o mesmo que está ferido.

Christian foi a décima vítima da série de ‘ataques’ de bagres que assustaram turistas e moradores da Baixada Santista em 2016. Apesar do caso dele ter acontecido meses depois da maioria, a preocupação com este tipo de acidente nas praias da região ainda assusta, já que os peixes mortos podem trazer bactérias e causar infecções.

O chaveiro afirma que é uma pessoa ativa e gosta de se exercitar, por isso, está sendo difícil ficar longe da praia, por exemplo. O acidente aconteceu há uma semana na praia do Boqueirão e ele diz que ainda sente muita dor, mas como já tinha o costume de caminhar diariamente na areia da praia, arriscou um breve passeio no último sábado (31).

“Até sexta-feira eu estava usando muleta e tirei no sábado, mas ainda não consigo pisar direito no chão. Fico andando meio de lado”, explica a vítima que no dia do acidente recebeu ajuda de banhistas e foi levado para um hospital da região, onde os ferrões foram retirados.

 

“Sinto muita dor e estou tomando antibiótico, mas não consigo ficar parado e, no sábado, eu fui caminhar na praia, meio mancando ainda. Passei pelo mesmo lugar onde pisei no bagre e estava sujo. Falei para os funcionários que limpam a praia que eu era o cara que pisei no peixe. Eles sempre deixam de limpar algumas partes e aí acaba acontecendo esses acidentes”, reforça.

Apesar da caminhada recente, Christian sabe que não está 100% recuperado e deve se precaver para evitar uma possível infecção.

Justamente por conta disso, ele acompanhou a queima de fogos da casa de uma tia, em Guarujá, também no litoral paulista, longe da areia da praia e de aglomerações. A expectativa é começar 2017 podendo, literalmente, andar com o pé direito normalmente.

“Quero ficar mais de boa por enquanto. Preciso manter o meu pé bem limpo. Estou usando remédios para limpar, além de um spray, pomada e curativos. O médico me deu duas semanas para voltar a andar tranquilamente. Mas estou me recuperando muito bem e acho que volto antes”, disse.

G1

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