Saúde

Estudos comprovam que chá de cravo amarelo auxilia na crura da dengue

Quando morava em Maceió, Alagoas, o médico Radjalma Cabral de Lima foi monitor da ANEDE (Associação Novo Encanto de Desenvolvimento Ecológico) na unidade Princesa Mariana, trabalhando em plantões nos finais de semana em um hospital da Cooperativa Pindorama, bem próximo da cidade de Penedo, às margens do rio São Francisco, bem próximo à sua foz.


No local, o Dr. Radjalma encontrou uma epidemia de dengue numa comunidade rural, onde a medicação não era suficiente. Nesse momento, o médico solicitou ao motorista da ambulância que o levasse até uma casa com uma bonita plantação de cravos amarelos, onde foram colhidas folhas daquela flor. No hospital de Pindorama, o médico solicitou que a cozinheira preparasse um litro de chá, iniciando, então, a consulta.


Em todos os casos em que havia dor muscular ou articular generalizada com febre, independentemente do diagnóstico, o Dr. Radjalma orientava às enfermeiras, que ficaram perplexas, que ministrassem goles do chá ainda morno. Após as duas primeiras horas de atendimento as pessoas já não estavam mais com queixas.


Diante da curiosidade de todos e ao final da maratona de atendimento, o médico reuniu a equipe e agradeceu a colaboração. Neste momento, o Dr. Radjalma informou que é membro de uma instituição beneficente, onde existe uma entidade de preservação ambiental e que o serviço que faz com as ervas é em nome da Associação Novo Encanto de Desenvolvimento Ecológico.


Ao final de três semanas não havia mais uma epidemia de dengue e sim uma epidemia de cravos nos jardins.


Situação semelhante aconteceu no ano em que o médico trabalhou em Caruaru, Pernambuco. Atualmente, ele está em Rio Branco, Acre, trabalhando também com medicina comunitária. Ele foi responsável pela população do bairro Mauri Sérgio (900 famílias), quando sua equipe dominou a epidemia de dengue em menos de um mês.


Durante todo o tempo que o Dr. Radjalma trabalha com o tratamento alternativo não foi anotado nenhum caso grave de intoxicação. No momento, o médico foi designado pela Secretaria Estadual de Saúde para trabalhar em plantões no Pronto Socorro da capital Rio Branco, onde continua prescrevendo nos casos suspeitos e confirmados de dengue, além da medicação convencional, também o mesmo chá.


COMO PREPARAR O CHÁ


O Dr. Radjalma recomenda 10 folhas compostas em um litro de água nos casos mais simples e 10 folhas em meio litro de água nos casos graves.


Melhores resultados são obtidos com o chá morno tomado aos goles seguidamente até o desaparecimento dos sintomas, o que não tem ultrapassado 2 horas.


O cravo amarelo apresenta tons variados chegando ao dourado. Suas folhas são compostas, com cheiro inconfundível, muito utilizado para afugentar moscas em velórios, fato que lhe valeu o apelido de “Cravo de Defunto”.

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