Cotidiano

“Esse negócio do fraldão não é todo animal que aceita não”, observa carroceiro em Vitória da Conquista

Com 176 anos, Vitória da Conquista ainda tem suas características coloniais. Um dos sinais tem sido destaque nos últimos dias, que são veículos com tração animal. Na organização da cidade, o prefeito Herzem Gusmão Pereira tem colocado em prática o que diz o Código de Posturas do Município. É a Lei que regulamenta a circulação das carroças. Outra questão a ser observada é que seus condutores tenham mais de 18 anos e que respeitem o limite de peso suportado pelo quadrúpede. Ivanildo da Silva, afirmou que está na atividade há 25 dos seus quarenta anos de idade. “Por uma parte vai ser bom, agora por outra não vai ser não”, comentou se referindo as novas medidas apresentadas.

Sobre o “fraldão”, nome de um alforje que será instalado na parte traseira do bicho para o armazenar as fezes, o carroceiro observa com preocupação. “Esse negócio do fraldão não é todo animal que aceita não. Tem animal que é bravo, tem outros que são nervosos que chegam estressados depois de um dia de trabalho, não vão aceitar não”, afirmou. Ainda de acordo com Ivanildo outro problema será com as zonas de atividades: uma parte ficará na Zona Oeste e a outra na Leste. “Às vezes a gente pega um frete para levar lá no Candeias e não pode levar, porque não pode atravessar a avenida. Essa parte aí vai ficar ruim”, frisou se referindo a fronteira entre as duas partes que será estabelecida pela avenida Presidente Dutra, a Rio Bahia.  Dados extraoficiais dão conta que pelo menos mil carroças se movimentam diariamente nas ruas da Capital do Sudoeste Baiano.

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