Política

Eleição da Mesa Diretora da Câmara de Laje poderá ser judicializada

Na manhã desta quarta-feira (03) aconteceu a Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Laje no Vale do Jiquiriçá e as decisões deliberadas em plenário, poderão ser prolongadas, visto que a Vereadora Nete Argolo salientou que entrou com uma ação no Ministério Público.

Oito meses antes do prazo estipulado no Regimento Interno da Casa, aconteceu a eleição da nova Mesa Diretora do Parlamento Municipal, mantendo Josevan na presidência, Lúcia como vice e Roberval e Jacson como primeiro e segundo secretário respectivamente.

A Vereadora Nete Argolo, que integra a base de oposição na casa, ressaltou que “o ministério público precisa investigar o que está acontecendo”, destacou a edil ao fazer uso da palavra.

Ela ainda acrescentou que entrou com uma ação na justiça de embargo da eleição realizada. “Vou pedir ao ministério público uma investigação sobre os recursos destinados a esta casa, pois são cerca de R$ 150 mil reais por mês e que não se vê onde este dinheiro é gasto”, indicando que pode ter havido interesses particulares à cerca da antecipação da eleição.

Nete disse que em sua época enquanto presidente, o duodécimo era de R$ 127 mil reais mês e caiu para R$ 117 e ela conseguiu administrar. Ela ratificou que não tem interesse em voltar a presidência da casa. “Meu voto seria de Jeir ou Eliene”, esclarece. Criativa Online.

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