Esportes

Ednaldo quer vender jatinho e helicóptero da CBF para investir em melhorias no futebol

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Ednaldo Rodrigues disse que uma de suas primeiras ações do novo mandato será vender o jatinho e o helicóptero da entidade. Antes escolhido como interino, o dirigente baiano foi eleito nesta quarta-feira (23) como novo mandatário da entidade, cujo mandato vai até 2026.

“O jatinho e o helicóptero. Não conheço o helicóptero, não sei qual é a cor. Sei que existe, porque está no patrimônio da entidade. Nunca entrei e tenho certeza que nunca vou entrar, não que eu não tenha condições de ir numa viagem. Não vou entrar, porque a partir desse momento, quero que toda a assembleia geral, clubes e federações, possam também nos autorizar a fazer a venda dessas aeronaves. Seu presidente é humilde é nesses 68 anos de existência, quando pôde viajou em avião de carreira. Sou uma pessoa humilde e não vou precisar desse benefício em favor meu”, anunciou no discurso.

De acordo com Ednaldo, as duas aeronaves custam cerca de R$ 13 milhões por ano em manutenção aos cofres da CBF. Ele pretende investir essa quantia em melhorias na infraestrutura do futebol brasileiro.

“O custo dessas aeronaves por ano é em torno de R$ 13 milhões. Se a gente considerar que um mandato de quatro anos seja quase R$ 60 milhões, vamos reverter isso para infraestrutura do futebol brasileiro, em melhoria dos estádios, dos gramados e iluminação. Isso é um dos nossos primeiros compromissos para que possamos mostrar que o futebol brasileiro de ações, que os clubes precisam de apoio e as federações precisam de fomentos no futebol e criar competições”, afirmou.

Sobre a criação de novas competições, Ednaldo quer promover uma disputa da categoria sub-15. A ideia é que a bola comece a rolar para a garotada ainda neste ano.

“Falando em criar competições, nós não temos uma competição no futebol brasileiro, pelo menos pela CBF, que é a competição sub-15. Tudo está acontecendo nas outras faixas etárias e temos que fazer. Nós vamos sim instituir. Se tiver os detalhes que possa ser ainda nesse ano, se não em 2023. E criar outras competições que sejam do interesse dos filiados e federações”, finalizou.

Glauber Guerra, do Rio de Janeiro (RJ) / Leandro Aragão

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