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Dois ônibus da banda ‘Os Clones’ são destruídos pelo fogo em Feira de Santana

Dois ônibus da banda ‘Os Clones’ foram completamente destruídos pelo fogo na madrugada desta quinta-feira, 14, quando se encontrava estacionados em frente a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mais conhecida como Igreja do Mormos, localizado na Rua C do Conjunto Habitacional ACM, nas proximidades do Viaduto que liga as avenidas Aírton Sena com a João Durval, em Feira de Santana.

Informações dão conta que o incêndio começou por volta das 03h e que além dos veículos da marca Scania, havia alguns instrumentos musicais que também foram consumidos pelo fogo. O prejuízo está estimado entre R$ 250  e R$ 300 mil.

Imagens de câmeras de seguranças de residências próximas ao local registraram o momento que um individuo com uma mochila deixa o local e em seguida inicia o fogo.

Dudu um dos sócios da banda disse em entrevista que a banda está há um ano sem tocar “vem uma pessoa dessa sem coração e faz um negócio desse com a gente. Lutamos há mais de dez anos pra conseguir e na hora que a gente conquista vem certo tipo de pessoa e acaba com tudo”, lamentou.

O cantor Paulo Roberto Romão de Macedo, de 31 anos, conhecido pelo nome artístico de Zezé Júnior contou que acordou às 5h da manhã com seu pai batendo no portão da sua casa para informar sobre o incêndio. Ele relatou ainda que um dos ônibus era para trabalho da Banda ‘Os Clones’ e o outro para um projeto solo, que tinha acabado de lançar, mas não conseguiu avançar muito por causa da pandemia da Covid-19.

“Quando meu pai chegou batendo a campainha, achei até que pudesse ser morte de algum parente. Ele falou: ‘Corre lá, que os ônibus estão pegando fogo’. Quando eu cheguei aqui só estavam os ferros. Estamos muito abalados, decepcionados, tristes com o ser humano. Como uma pessoa consegue fazer isso, destruir um sonho, um patrimônio? A gente levou tantos anos para conseguir e a gente que vem sofrendo na pandemia, quase um ano, sem fazer show, sem fazer nada e por isso que os ônibus estavam parados. Deixamos perto da nossa casa para que pudéssemos ficar de olho, colocando para funcionar, até porque a gente não tinha outro espaço e nem como pagar aluguel”, relatou ao Acorda Cidade.

Fonte: Calila Notícias

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