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Dilma enfrenta protestos no Rio; ‘Nós vivemos em uma democracia’, minimiza presidente

Servidores federais realizaram um protesto nesta sexta-feira (6) durante a passagem da presidente Dilma Rousseff (PT) pelo Rio de Janeiro. Na chegada da comitiva ao Hospital Miguel Couto, na Zona Sul da capital fluminense, em torno de 50 manifestantes dos setores da saúde e do Ensino Superior Federal, com faixas e cartazes, cercaram os carros da comitiva presidencial. Eles protestaram por melhores condições salariais, de trabalho e pela aprovação dos planos de carreira. Com gritos como “Ô Dilma, a culpa é sua, a nossa greve está na rua”  e “Saúde e educação querem negociação”, os manifestantes exigiam ser recebidos pela líder nacional, que entrou na unidade de saúde sem abrir a janela do carro que estava. Antes de ir para a inauguração do hospital, Dilma participou de evento de entrega de casas do programa Minha Casa Minha VIda, na zona norte do Rio. Durante o seu discurso, estudantes universitários protestaram e pediram que ela aprove a proposta aprovada na Câmara Federal que destina 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação. O governo, no entanto, propõe 8%. Perguntada por repórteres presentes ao evento sobre se havia visto a manifestação na chegada ao Miguel Couto, a petista respondeu: “Vi querido. Nós vivemos em uma democracia. Vocês querem o quê?”, questionou. Já o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, comentou sobre a ressalva feita pela presidente sobre as manifestações: “O comentário foi o que ela fez para vocês: isso faz parte da democracia. Esse é um governo que respeita a manifestação dos trabalhadores e das organizações sindicais, e isso faz parte do processo de negociação”.

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