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Dica psicológica para aprender inglês e outros idiomas

Dica psicológica para aprender inglês e outros idiomas.

A psicologia vem ajudando o homem ao longo das décadas a entender melhor a si e aos outros, de maneira a se posicionar mais assertivamente e melhor. No entanto, cada vez mais há uma demanda de conhecimentos da psicologia aplicados em áreas mais práticas, como o melhoramento nos estudos de línguas, por exemplo. Por essa razão, separamos uma dica especial de como usar essa ciência tão fascinante em benefício próprio para aprender idiomas.

É provado que o uso contínuo de gestos e expressões faciais facilita a compreensão e absorção de novas palavras estrangeiras. Isso porque a memória é mais estimulada. Todo o processo pode ser entendido facilmente, como mostra um estudo realizado pela revista Current Biology. Já conhece a Preply? Acesse https://preply.com/pt/skype/professores–inglês hoje mesmo.

Em 2015, foi pedido a um grupo de pessoas aprendessem uma nova língua inventada com o nome de “Vimmish”. Uma série de técnicas diferentes foi utilizada para tentar ensinar a língua recém-criada aos participantes, afim de identificar qual entre todos os métodos seria o mais eficiente no processo. Observou-se então que as pessoas recordavam melhor do significado de palavras, as quais tinham sido associadas e ensinadas com gestos. Além disso, foi descoberto que a utilização de gestos no ensino de vocabulário conseguia ser um pouco mais eficiente do que a mera correlação com imagens.

Levando em consideração conceitos da teoria multissensorial, a qual está sendo sustentada e aprofundada em estudos, é possível afirmar que conforme maior for a quantidade de estímulos investidos no ensino de uma palavra ou expressão, maior serão as chances de que o indivíduo apreenda o conteúdo. Para entender bem, basta perceber que ao falar com alguém no celular, por exemplo, as regiões do cérebro ligadas às respostas faciais são ativadas intuitivamente durante grande parte da conversa. É como se o cérebro reproduzisse um encontro presencial não existente e reagisse naturalmente com a face como se o interlocutor estivesse a sua frente.

Tudo isso faz com que cientistas e psicólogos da área acreditem que ao recrutar diversas áreas do cérebro durante a estudo de idiomas, pode-se permitir com que a memória capte informações maus facilmente e as guarde por mais tempo. Ainda é necessário bastante estudo para que um consenso possa ser alcançado. Contudo, tudo indica que se um aluno de inglês quiser aprender o significado da palavra inglesa “apple” ele terá mais chances de lembrar-se de sua tradução, som e escrita se vir uma maça, comê-la e escutar alguém falando a palavra enquanto faz um gesto de maçã com as mão, por exemplo.

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