Cidades

Damares Alves explica polêmica sobre fábrica de calcinhas e diz que é difícil conseguir um marido

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou que está enfrentando dificuldades em conseguir um marido, por conta da sua rotina. Em entrevista ao “Impressões”, que será exibida nesta terça-feira (6), ela falou ainda que suas idéias são perseguidas, explicou a declaração sobre a fábrica de calcinhas e contou que recebe currículos após dizer que não entraria no Tinder.

“Eu rejeito que pedofilia seja cultura do povo brasileiro. Eu rejeito essa afirmação. E muitas vezes disseram que lá na Ilha do Marajó, é comum o estupro de meninas, o abuso e o incesto. Incesto não pode ser cultura. Inclusive a questão do incesto, ela é tão comum no Brasil que ela está em nossas lendas”, contou a ministra.

Sobre a polêmica com a fábrica de calcinhas, ela ressaltou que uma autoridade local lhe detalhou um estudo, que apontou que um dos motivos de abusos sexuais é porque elas são tão pobrezinhas que elas não têm calcinha:

“Aquilo me irritou demais. Como é que tu vais justificar o abuso por falta de calcinha? Aí em uma reunião eu disse, olha, se o problema da ilha do Marajó é fome, vamos levar comida. Se estão abusando de meninas por falta de emprego, vamos levar empresas para lá, vamos levar a fábrica. Inclusive me disseram que o abuso é por falta de calcinha, vamos levar calcinha. Na verdade, levar não, levar uma fábrica de calcinha”.

Na entrevista, a ministra criticou um jornalista que noticiou que ela não criaria um perfil no Tinder, mas abriria um site para receber currículos, após quatro horas de enfrentamento em uma comissão na Câmara, e afirmou que será difícil um marido se arriscar com ela: “Vai ser difícil, vai ser difícil alguém querer se arriscar. Um já foi embora. E eu não era nem ministra, né? É difícil”.

Varelanoticias

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