Cotidiano

Colunista ironiza e propõe “Museu da Lava-Jato” com relógios de Jaques Wagner

O colunista Ancelo Gois, do jornal O Globo, ironizou a quantidade de material apreendido pela Lava Jato e propôs a criação de um Museu da Lava Jato, com a exposição de “artes apreendidas entre os foras-da-lei”, assim como todo o material de delatores da Odebrecht, o que daria 300 horas de gravação.

Debochando dos artigos de luxo que políticos teriam recebido de presente de empreiteiras, o jornalista sugere que os relógios que Jaques Wagner recebeu de Marcelo Odebrecht também façam parte da exposição. São dois: um no valor de US$ 20 mil, da marca Hublot, e outro, de US$ 4 mil, da Corum.

Em nota, na época da denúncia do relógio, Jaques Wagner disse que houve apenas um relógio e este foi recebido de presente de aniversário, “em nome de uma pessoa e não em nome de qualquer empresa”.

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