Cotidiano

Bruno Reis diz em discurso de posse que Salvador estará na linha de frente da vacinação contra Covid-19

O prefeito de Salvador, Bruno Reis, em seu primeiro discurso como gestor da cidade, nesta sexta-feira (1°), tocou em um assunto polêmico que permeia discussões políticas protagonizadas pelo presidente da República, Jair Bolsonaro: vacina contra o coronavírus.

“Faremos tudo o que está ao nosso alcance para imunizar o mais rápido possível nossa população. Não importa a nacionalidade da vacina, o que importa é a sua eficácia e segurança. Se há uma coisa que peço a Deus todos os dias é que possamos o mais breve possível voltar à normalidade nas escolas, nas ruas, nas praias, na rotina de Salvador. A capital que se destacou no combate à pandemia estará na linha de frente da vacinação contra a covid-19”, declarou.

Reis disse que a prefeitura vinha em “céu de brigadeiro, inaugurando obras atrás de obras”, quando chegou as notícias sobre o coronavírus. “Foi quando tiramos o pé do acelerador, e começamos a montar as trincheiras da cidade para essa difícil batalha. Essa gravíssima crise veio demonstrar o quanto estávamos preparados e agora, mais do que nunca, sabemos o quanto será importante dar continuidade a essa gestão, que tanto orgulha o soteropolitano, a Bahia e o Brasil”, pontuou.

O novo gestor relembrou seu começo na Câmara Municipal, quando chegou em novembro de 1997 como estagiário. Bruno também fez uma longa homenagem ao antecessor ACM Neto. “Prefeito ACM Neto, Salvador lhe será eternamente grata por tudo o que foi realizado ao longo desses oito anos. Vivi ao lado do melhor prefeito do país as alegrias e os sacrifícios da construção dessa Gestão inteligente e transformadora. Aprendemos todos com o seu brilhantismo. Nunca vou esquecer, nem abandonar, a sua equação fundamental – Equilíbrio Financeiro mais Responsabilidade Social é igual a Gestão Eficaz”, disse.

Bruno Reis também falou sobre o calo da prefeitura, e declarou que é preciso “tratar com muita atenção o transporte público” que, segundo ele, foi um dos setores “mais atingidos pelos efeitos da pandemia nos grandes centros”. “Para evitar aglomeração, o sistema se tornou ainda mais deficitário e é hora de encarar esse problema por todas as suas variáveis para encontrarmos a melhor solução”, disse o democrata.

Bnews

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