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Black Lives Matter se solidariza com a ditadura cubana e pressiona Biden

O movimento de extrema esquerda Black Lives Matter (BLM) emitiu uma nota sobre o que pensa acerca das manifestações em Cuba. Na quinta-feira 15, o ajuntamento “passou pano” para a ditadura cubana ao debitar na conta de um suposto “embargo” as dificuldades financeiras da ilha, gerenciada por comunistas desde o golpe da década de 1950. À época, o guerrilheiro Fidel Castro prometeu eleições livres em 18 meses, mas não cumpriu.

“O povo de Cuba está sendo punido pelo governo dos EUA porque o país manteve seu comprometimento com a soberania e autodeterminação”, salienta o documento do BLM, ao tecer elogios ao regime castrista. “Cuba, historicamente, demonstrou solidariedade com pessoas de ascendência africana oprimidas”. O comunicado, porém, não menciona as prisões arbitrárias e a violência para suprimir os protestos por liberdade.

Adiante, o BLM cobra do presidente Joe Biden o fim das sanções contra a ditadura. Durante as eleições, o movimento serviu de cabo eleitoral para o democrata. Contudo, vem demonstrando insatisfações com algumas medidas da Casa Branca. “Os líderes dos Estados Unidos tentaram esmagar esta revolução durante décadas. Em vez de amizade, respeito e boa vontade internacionais, o governo dos EUA apenas instigou o sofrimento.”

Revista Oeste

Um Comentário

  1. Esse Biden ( Leia se “BIDOCA” ) é outro comunista disfarçado! Os próprios militares do usa ja estão de olho nele. Vai cair!

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