Cidades

Associação de policiais defende Newton Ishii, o Japonês da Federal

CURITIBA, PR 28/11/2015 - O agente da Polícia Federal Newton Hidenori Ishii é um dos rostos mais conhecidos e inusitados da Operação Lava-Jato. Todo preso que chega na carceragem de Curitiba, ou é transferido, aparece ao lado do policial em toda e qualquer foto. Foi assim com José Carlos Bumlai, Marcelo Odebrecht, João Vaccari Neto, Pedro Corrêa, Ricardo Pessoa... Todos com Ishii, que quase sempre está de óculos escuros e colete. Ribeiro, que rotula o agente como “japonês bonzinho”, afirmou que Ishii é o responsável pelo vazamento da delação premiada do ex-diretor da estatal, além de o acusar de vender informações. Ishii irá depor para prestar esclarecimentos - Foto: Giuliano Gomes
CURITIBA, PR 28/11/2015 – O agente da Polícia Federal Newton Hidenori Ishii é um dos rostos mais conhecidos e inusitados da Operação Lava-Jato. Todo preso que chega na carceragem de Curitiba, ou é transferido, aparece ao lado do policial em toda e qualquer foto. Foi assim com José Carlos Bumlai, Marcelo Odebrecht, João Vaccari Neto, Pedro Corrêa, Ricardo Pessoa… Todos com Ishii, que quase sempre está de óculos escuros e colete. Ribeiro, que rotula o agente como “japonês bonzinho”, afirmou que Ishii é o responsável pelo vazamento da delação premiada do ex-diretor da estatal, além de o acusar de vender informações. Ishii irá depor para prestar esclarecimentos – Foto: Giuliano Gomes
A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) divulgou hoje (8) nota de apoio ao agente da Polícia Federal Newton Ishii, conhecido como Japonês da Federal, preso ontem (7). De acordo com a associação, o agente é um “ícone do combate à corrupção”.
Conhecido por escoltar presos na Operação Lava Jato em Curitiba, Ishii está preso na Superintendência da PF na capital paranaense após ter recurso rejeitado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no processo no qual responde pelos crimes de descaminho e corrupção.
Ishii e outros agentes da PF foram investigados em 2001, na Operação Sucuri, que apurava o envolvimento de policias e fiscais da Receita Federal na facilitação da entrada de contrabando no Brasil, em Foz do Iguaçu (PR).
Para a Fenapef, a detenção surpreendeu a associação, porque os processos contra outros agentes investigados na mesma apuração foram anulados e ainda há recursos pendentes no caso de Ishii.
“Estamos lutando para que se faça justiça ao Newton e sua família, posto que ele já vem sendo punido injustamente há muitos anos, mesmo após árdua luta para provar sua inocência”, diz a associação.
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