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Abin foca protestos como maior ameaça à visita do papa

PAPA FRANCISCO - POVOA uma semana da Jornada Mundial da Juventude, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) vê as manifestações nas ruas como a maior “fonte de ameaça” à visita do papa Francisco, tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro. Apesar do monitoramento, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general-de-Exército José Elito Siqueira, acredita que os protestos não serão um “problema” para o evento. O alerta foi mostrado em um painel de informações disposto em sala do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), dentro da própria Abin, em Brasília, durante visita do ministro Elito às instalações. O GSI convidou jornalistas para acompanhar a visita. No painel dedicado ao Rio de Janeiro, por exemplo, aparecem as seguintes “fontes de ameaça”: incidentes de trânsito, crime organizado, organizações terroristas, movimentos reivindicatórios, grupos de pressão e criminalidade comum. São três os níveis de alerta: verde (baixa possibilidade de incidentes), laranja (média possibilidade) e vermelho (alta possibilidade). O maior nível de preocupação é o dos chamados “grupos de pressão”. “Diante das ações dessa fonte percebidas no País nos últimos meses associadas às ações internacionais relacionadas a grandes eventos desse teor, considerou-se tendência de manifestação positiva durante o evento”, informava o painel às 10h52 desta terça-feira. (Agência Estado)

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