Pacientes com Paralisias na Face podem recorrer à Harmonização

Especialidade já é regulamentada pelo Conselho Federal de Odontologia.


Foto: Tua saúde

A Harmonização Orofacial, muito utilizada com o objetivo de melhorar a estética da face, também pode ser uma grande aliada no tratamento de paralisias e dores na face. Desde o início desse ano, mudanças começaram a ocorrer no atendimento em consultórios odontológicos por conta da edição da Resolução 198/2019 do Conselho Federal de Odontologia (CFO), que regulamenta a Harmonização Orofacial como especialidade dos dentistas. Com isso, foi regulamentado um conjunto de procedimentos de autonomia legal do cirurgião-dentista para exercer em sua área de atuação, que engloba o equilíbrio funcional e estético da face.

Segundo especialistas na área, a resolução também traz benefícios para a população, que deve estar atenta à formação e currículo do dentista antes de realizar a escolha do profissional.

Diversos fatores podem causar a paralisia no rosto. O mais comum se origina de uma inflamação no nervo, que comanda a face. Com isso, ocorre irrigação inadequada de sangue na região (compressão). Estes problemas podem ser causados por acidentes, infecções, acidente vascular cerebral (AVC), distúrbio de glicemia e outros.

Uma das maneiras menos invasivas de tratar a paralisia facial é a harmonização orofacial. “Aplicamos a toxina botulínica (proteína produzida pela bactéria Clostridium botulinum) e, com isso, obtemos o relaxamento da musculatura daquela região da face, deixando o outro lado assimétrico. Por sua vez, o ácido hialurônico (substância também produzida pelo nosso organismo que preenche os espaços entre as células) é usado para corrigir vincos deixados pela antiga assimetria da face atingida por um AVC ou outro problema”, explica o cirurgião dentista Dr. Thiago Carvalho, que integra o Instituto de Harmonização Orofacial Cledson Azevedo em Salvador e é especialista em fios de sustentação facial.

Ele destaca ainda a importância desse tipo de recurso para o tratamento. “É um procedimento indolor, que pode ser associado, e a face retoma sua aparência normal. O paciente passa a ter mais tranquilidade em se olhar no espelho, retomar o convívio social (o que é muito importante para ele e a família) e até mesmo comer. É um salto na qualidade de vida desse paciente, com maior autoestima”, complementa o especialista.

Cabe ao paciente, no entanto, ser criterioso na escolha do profissional que vai realizar os procedimentos que integram a Harmonização Orofacial. A Resolução 198/2019 torna obrigatória a quantidade mínima de carga horária, a titulação dos professores do curso, bem como a titulação do coordenador. O objetivo é preparar cada vez melhor os cirurgiões-dentistas para atenderem aos pacientes e conseguirem o melhor resultado possível, com procedimentos muito menos invasivos do que uma cirurgia, por exemplo. E prover serviço de excelência para a população com base nas novas premissas estabelecidas.

Sobre o Instituto de Harmonização Orofacial Cledson Azevedo

A primeira sede do Instituto Internacional de Harmonização Orofacial fora do Sudeste está sediada em Salvador. A inauguração foi realizada no dia 3 de julho último. Situado no CEO Salvador Shopping, o Instituto, que já é referência entre as celebridades nacionais, é liderado por um dos maiores experts em harmonização orofacial do Brasil, o odontólogo carioca Dr. Cledson Azevedo. Ele já ministrou cursos por toda a América do Sul, Estados Unidos e Europa.

Dr. Cledson Azevedo explica que a mais comum é a Paralisia Facial de Bell, que traz transtornos para a fala e a mastigação, além de deformações faciais que causam dificuldades no convívio social.

Ele é fundador da SBTI – Sociedade Brasileira de Toxina Botulínica e Implantes Faciais na Odontologia, Member of International Association of Dental Research, 

Pesquisador cientista no desenvolvimento da área de estética facial para Cirurgiões Dentistas nos procedimentos Toxina botulínica, Preenchimento; Lifting Orofacial e Bichectomia.

Crédito da foto: MoveComunicaEquipe do Instituto, da esquerda para a direita: Prof.Thiago Carvalho, Prof. Cledson Azevedo, Prof Alexandre Martins.  

Conheça quem está à frente do Instituto:

Dr. Cledson Azevedo – CRO SP CL 13949 (D.D.S. M.S.C. P.H.D). Pioneiro no Brasil em fios, uma das técnicas de harmonização facial utilizada para recuperação de pacientes com paralisia, utilizando fios na parte da face afetada e toxina na parte da face não afetada.

Dr. Thiago Carvalho – CRO BA 10391 (Professor) especialista em fios, professor do Instituto Cledson Azevedo

Dr. Alexandre Martins – CRO BA 6227 (Professor) – faz parte da equipe de profissionais do Instituto de Harmonização Orofacial Cledson Azevedo