Ratinho diz que na Amazônia tem mais ONGs que índios, “vocês querem o solo, não querem saber da mata”

Apresentador debochou de países que querem cuidar da Amazônia e de ONGs e ambientalistas, "vocês são muitos bonzinhos, gostam muito da Amazônia"


O apresentador do SBT, Ratinho causou nas redes sociais após comentar a polêmica envolvendo a região norte do país.

De acordo com Ratinho a quantidade de ONGs – Organização Não Governamental, na Amazônia é maior que a de índios, ainda segundo ele essas entidades não estão interessadas nas árvores e sim no solo, rico em mineiros a exemplo de ouro.

O apresentador no vídeo questionou o motivo para outro países não investirem no nordeste e recomendou que Alemanha e Noruega plantem árvores em seus próprios países, “tira prédio, deixa crescer arvore”

<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”pt” dir=”ltr”>Adorei esse comentário do Ratinho. Diversos países estão sempre “preocupados” com a Amazônia. É aquela história nas suas terras geram riquezas e no Brasil querem preservar? Temos que parar de ouvir os ambientalistas que no fim só estão de olho nas riquezas da Amazônia.

Na tarde desta quinta-feira (22), o presidente da França, Emmanuel Macron, disse que as queimadas na Amazônia é uma questão internacional, “Nossa casa está queimando”, e convocou reunião internacional, o encontro deve ocorrer em Biarritz, no sudoeste francês.

A região norte tem sofrido com diversos incêndios e segundo levantamentos o desmatamento acelerou após o governo do presidente Jair Bolsonaro, fato negado pelo governo. Na quarta-feira (21), o capitão chegou a afirmar que as ONGs poderia estar por trás das queimadas.

Quantidade de ONGs na Amazônia.

Em 22 de fevereiro de 2017 o general Augusto Heleno revelou que pelo menos 100 mil ONGs atuavam na Amazônia. Matéria do Veja, mostrou uma afirmação do ministro da Justiça, Tarso Genro: “Grande parte dessas ONGs não está a serviço de suas finalidades estatutárias. Muitas delas escondem interesses relacionados à biopirataria e à tentativa de influência na cultura indígena, para apropriação velada de determinadas regiões, que podem ameaçar, sim, a soberania nacional.”