Sexo consentido com outras pessoas pode apimentar longas relações


SEXO - CASAISDar uma vida nova a uma relação antiga é o desafio de todos os casais. É muito fácil cair na rotina, deixar de prestar atenção aos detalhes, ficar muito concentrado no trabalho ou nos afazeres do dia a dia, e ter preguiça de buscar novidades que possam esquentar os lençóis.

Se para alguns casais, uma lingerie sexy, uma música romântica, novas posições e uns brinquedinhos são suficientes, para outros o fetiche de integrar mais uma, ou duas, ou mais pessoas na cama é o que faz a chama aumentar. Segundo o UOL, para quem não tem receio de novas experiências, o menage ou suingue são uma opção.

Confira três ideias que podem revolucionar as práticas de sexo com mais pessoas, tirando de vez da rotina o relacionamento de longos anos. Mas uma coisa é muito importante: para aderir a práticas mais “moderninhas”, o casal deve conversar muito antes e estar em sintonia; deve existir comum acordo de que ambos desejam experimentar a novidade.

1 – Transar com outro casal

O suingue é a prática do sexo com outro casal envolvido. O jeito mais fácil de aderir à prática é visitar locais especializados, onde os casais vão para este fim. Normalmente estes locais possuem uma fachada discreta e parecem uma boate, mas nos fundos podem ter o chamado “labirinto”. Ainda segundo o UOL, nesses espaços pode-se entrar com quem quiser e trancar a porta – ou não. Vale ressaltar que entrar numa casa de suingue não lhe obriga a aderir à prática. “Você pode se excitar apenas vendo os outros transar, mas entrar em um quartinho e fazer sexo só com o parceiro. Só essa experiência já é um ganho para o casal”, afirma o psicólogo e estudioso da sexualidade humana e comunidades fetichistas, Maurício Amaral de Almeida.

2. Deixar seu par ter uma relação sexual com outra pessoa

Os casais que possuem relacionamento aberto permitem que o parceiro ou a parceira faça sexo com outras pessoas, sem afetar a relação do casal, pois para eles amor é uma coisa e sexo é outra, afirma a coach Glauciane Lourenço, ouvida pelo UOL. Tal como o suingue, esta prática deve ser conversada e consentida por ambos.

Existem casais que preferem não saber das aventuras do outro. Já outros casais preferem que o “caso” seja discutido previamente – e se por ventura uma das partes não concordar com a pessoa extra, nada será levado adiante. E existem aqueles casais no qual tudo é permitido: ouvir, falar, contar e até ver.

3. Iniciar em BDSM

A sigla é famosa, mas nem todo mundo sabe o que ela realmente significa. Segundo o UOL, BDSM nada mais é do que Bondage (amarrar pessoas), Disciplina (disciplinar ou ser disciplinado), Dominação e submissão (dinâmica em que uma pessoa se submete a outra), Sadismo (prazer em provocar dor a outra pessoa) e Masoquismo (prazer em sentir dor).

“No universo BDSM, as relações são fundamentadas em hierarquia e são de dois tipos apenas: dominador e dominado, possuidor e posse”, explica Gladius Maximus, autor do blog “Diário de um Dominador”. Em muitos desses locais, não existe sexo, mas apenas uma relação de possuidor e posse, dominador e dominado. É muito importante conhecer mais sobre este universo antes de ir a locais especializados, para ter certeza que é isso mesmo o que se quer e para não correr o risco de se chocar.

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